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sábado, 16 de novembro de 2013

então eu assisti EM CHAMAS



Sábado com cara de domingo. Se o seu também estiver assim, lhes digo mais, há dois grandes motivos para isso estar nos ocorrendo: O 1º como não poderia deixar de ser é o feriado em plena sexta-feira e o 2º e eis o motivo de eu estar escrevendo, a estreia do segundo filme da trilogia JOGOS VORAZES. O filme EM CHAMAS.
Sinopse segundo Wikipédia: Após a espetacular manobra de Katniss Everdeen e Peeta Mellark para vencerem a 74ª edição dos Jogos Vorazes, Panem entrou um estado de caos. Na Capital, o ato dos tributos foi encarado como um ato de amor. Nos distritos, foi um ato de rebelião contra o cruel governo que rege o País. Sobre pressão do próprio Presidente Snow, Katniss e Peeta terão que consertar o que fizeram na turnê da vitória e convencer toda população que estão realmente apaixonados. Mas o Massacre Quartenário (uma edição reformulada dos Jogos Vorazes, que ocorre a cada 25 anos) está vindo prometendo mudar pra sempre a história de Panem... E do casal de amantes desafortunados do distrito 12.

Crítica: É impressionante a capacidade que o filme tem de nos emocionar. A primeira cena já começa com Katniss Everdeen olhando para o lago como que relembrando os eventos que aconteceram no primeiro filme. E nesse primeiro momento de filme a atriz já conseguiu passar a emoção que a história pede, não só a Jennifer Lawrence (atriz que interpreta Katniss) como todo elenco vestiu os personagens por assim dizer.
Nada peca no filme, direção, fotografia, efeitos especiais que é um verdadeiro show a parte disso tudo, as belas paisagens ora escura e sombria quando focalizado os distritos, ora colorido quando focalizava a capital isso com o único objetivo de diferenciar a riqueza da Capital em relação à extrema miséria dos distritos e mesmo assim é possível notar a beleza do pôr do sol no distrito 12 deixando claro aos telespectadores que ainda há ESPERANÇA.

As roupas de Katniss é um verdadeiro colírio para os olhos de quem assiste ao filme que tem duração de 144 minutos, aproximadamente 2 horas e 20 minutos de filme. O roteiro não erra em nenhum momento, créditos a Simon Beaufoy e Michael Arndt e claro, créditos a autora que fez com que todo esse universo surgisse Suzanne Collins.

Para nota de Curiosidades: O Brasil foi o primeiro país a exibir a produção em 15.11.2013, Nos Estados Unidos a estreia está marcada para o dia 22.11.2013 e em Portugal a data marcada para a estreia é 28.11.2013.

A direção do filme é de Francis Lawrence que fez um trabalho magistral.

Todo o filme EM CHAMAS está totalmente voltado para explicações de como está à situação em Panem e como começa a revolução, a arena só aparece na última hora do filme e as imagens mais uma vez falando das imagens são aparatosas, esplêndidas.

O filme é daqueles que agradam gregos e troianos.
 Para finalizar decidir deixar por último à parte sonora que é simplesmente perfeita, os sons ambientes, a parte instrumental, as músicas que compõe a trilha sonora e os créditos vão para Alexandra Patsavas.
O encerramento do filme se deu com a música ATLAS do COLDPLAY.

Se você ainda não viu assista ao TRAILER no youtube.

E você, o que achou do filme? Deixe sua opinião nos comentários ;)

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

então eu li... A GAROTA QUE EU QUERO

Antes de vocês me lembrarem, sim eu estou atrasado com as minhas leituras por um fator pessoal. O livro que acabei de ler e estou aqui resenhando é muito bom, por isso eu acabei enrolando a leitura porque ele é pequeno e eu sabia que daria para ler ele em um ou dois dias, mas como nada é para sempre eu resolvi terminá-lo e já estou adiante com a leitura dos próximos (sim, estou lendo dois ao mesmo tempo para dar uma adiantada, a partir das próximas semanas teremos também textos distintos nos moldes desse aqui). Então é isso pessoal espero que estejam todos bem e vamos lá...



Título: A Garota que eu Quero
Autor: Markus Zusak
Editora: Íntrinseca
Páginas: 174
Gênero: Romance Australiano
Tradução: Vera Ribeiro
Ano de Publicação: 2013

A história do livro é a seguinte... Cameron Wolfee é o caçula de três irmãos e o mais quieto de toda a família. Ele não se parece em nada com Steve, seu irmão mais velho e independente, Steve é o único que mora sozinho e além disso é astro do futebol. Cameron também não se parece em nada com Rube, o irmão do meio que é cheio de charme, namora as garotas que ele quer, é o cara mais fortão do bairro que eles moram e todos tem medo dele. Tem também a Sarah sua irmã que é uma mulher que não se valoriza quando o assunto é homens e Cameron tem medo no que isso possa resultar, Sarah tem uma paixão por fotos que só fica evidente lá pro finalzinho do livro, essa então é a família de Cameron que daria tudo para se aproximar de uma garota daquelas para amá-la e tratá-la bem, e ele consegue se aproximar dessa garota, mas há um grande problema, pois essa garota é a atual namorada de Rube seu irmão do meio o garanhão. Octávia é uma menina com ideias brilhantes e olhos verde-mar.

Cameron e Rube sempre foram leais um ao outro e embora conversem pouco, as conversas que são narradas no livro tem um tom melancólico e fraterno delicioso, foram umas das partes que mais me tocou durante a leitura.

- Você quer ficar em frente à minha casa em vez disso? - Página 60

Essa lealdade dos dois é posta a prova quando Cameron se apaixona por Octávia. Mas, ai surge mais uma pergunta: Porque alguém como Octávia se interessaria por um perdedor como é o Cameron Wolfe? Octávia sabe que Cam é mais interessante do que todos pensam, e ele de fato é, o modo como ele ver as coisas a sua forma de agir é linda. Talvez, pensa Octávia, ele tenha algo a mais a dizer , e talvez suas palavras mudem tudo: as vitórias, os amores, as derrotas, a família Wolfe e até mesmo ele.

“A Garota que Eu Quero” é o terceiro volume de uma trilogia escrita pelo Markus Zusak, O nome do livro em inglês se chama “When Dogs Cry” e foi lançado na Austrália em 2001, os antecessores são “The Underdog” (1999) e “Fighting Ruben Wolfe” (2000). No livro “A Garota que eu Quero” há toda uma referência canina nos títulos, e isso é relacionado aos poemas escritos pelo Cameron no livro, que são intercalados entre os capítulos.

Em 2003, “When Dogs Cry” foi lançado nos EUA com um novo nome “Getting The Girl”, e foi este o título utilizado para nossa versão traduzida. Os outros dois primeiros livros já foram lançados no país pela editora Bertrand e se chamam “O Azarão” e “Bom de Briga”, por algum motivo a editora não deve ter tido os direitos legais de publicar o último livro da trilogia, e a Intrínseca adquiriu os direitos de “A Garota que Eu Quero”, vendendo-o como um romance único (como foi feito em 2003 nos Estados Unidos).

"Alguma vez você já teve vontade de cair de joelhos na cozinha? Pois foi assim que me senti, ao ouvir a música daquela garota" - Página 125

Terminando, o livro é excelente! Tem uma linguagem simples, mas Zusak escolhe as palavras certas para colocá-las no momento certo e isso faz com que o livro seja inteligente, agradável e a leitura transcorre deliciosamente e você consegue ler em poucas horas, se não ficar procrastinando assim como eu fiquei.

Eu estava esperando um livro cheio de romance, ação e reviravoltas, mas confesso que não foi o romance que me prendeu a atenção e sim a irmandade entre Cam e seus irmãos, alguns momentos brotaram lágrimas nos olhos, principalmente como já dito as conversas entre ele e Rube.

Apesar de o livro ser o último de uma trilogia (que eu pretendo ter completa em breve) não tive nenhum problema para entender nada da história. A tradução está excelente e como todos os livros da Íntrinseca a diagramação foi primorosa, as páginas em papel PÓLEN SOFT deixa o livro ainda mais lindo, a capa é uma das minhas favoritas do ano e por conta disso tudo ele leva 5 estrelinhas...


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terça-feira, 12 de novembro de 2013

LIVRO versus ADAPTAÇÃO CINEMATOGRÁFICA

Na postagem aleatória dessa semana vou falar de um tema que tira a paciência de qualquer leitor que ama aquele determinado livro e faz questão de que ele vire um filme, mas quando isso finalmente acontece eis que vem a grande decepção.

Shailene Woodley é Hazel Grace
Mas, espere. O que realmente acontece numa adaptação de um livro para as telonas?

É evidente que não dar para mostrar em 110 minutos (tempo aproximado de filmes adaptados) o mesmo que acontece em 300 páginas, onde cada detalhe é narrado com maestria, onde conseguimos perceber o que o personagem está fazendo e pensando naquele momento. O livro é um produto (mesmo que alguns não o vejam dessa forma, mas sim, caro leitores, livros, dão dinheiro, traz lucros, por conta disso é um produto) já o filme é outro tipo de produto que vende para outro tipo de pessoas (não estou dizendo que leitores não veem filmes ou vice versa, mas acho que vocês entenderam).

Além disso, é muito comum vermos nas adaptações para as telonas, trocas nas descrições dos personagens em relação ao livro.

Vamos pegar, por exemplo, o livro QUERIDO JOHN do autor NICHOLAS SPARKS. No livro o personagem título tem olhos castanhos e pele morena que ficava profundamente bronzeada já em maio e tinha algumas tatuagens, já Savannah é morena, mas o que vemos no filme de JAMIE LINDEN dirigido por LASSE HALLSTRÖN é uma Savannah loira de pele branquíssima (interpretada pela atriz Amanda Seyfried) e um John (Channing Tatum) nada moreno e sem nenhuma tatuagem.

Channing Tatum e Amanda Seyfried é John e Savannah
Mas, o que vale realmente a pena quando estamos falando de dois produtos distintos?

A boa atuação dos atores?
A aparência física deles com os personagens?
Ou, a mudança drástica do roteiro em relação à história original do livro? São muitas as perguntas que surgem, mas devemos sempre nos lembrar de que como o próprio nome diz são adaptações (sinônimos: ajustamentos), filmes BASEADOS em histórias já existentes.

Ansel Elgort é Augustus Waters / Gus
Se você acompanha as notícias no mundo Livros x Filmes pode perceber que a polêmica da vez é com o filme A CULPA É DAS ESTRELAS adaptação do livro de mesmo nome do autor JOHN GREEN. O ator Ansel Elgort foi o escolhido para interpretar o carismático personagem Augustus Waters o Gus, mas as diferenças ator/personagem são realmente grotescas, só para citar: Augustus tem olhos azuis e Ansel não e pelo que percebemos nas fotos das filmagens ele não está usando lentes, nem tem os cabelos cor de acaju como o Augustus.

Mas ai surge à dúvida maior: Ansel é um ótimo ator pelo menos pelo que pude perceber e recebeu muitos elogios de John (o que não é pouca coisa), mas digamos que eles encontrassem um ator incrivelmente parecido com Augustus e o mesmo não conseguisse passar a emoção e o drama que o personagem pede?
Se você leu ACEDE pode perceber que Gus é inteligente, bem humorado e tem um sorriso maroto, mas de acordo com o passar dos capítulos sua história ao lado de Hazel caminha para o drama, para cenas mais complexas, ou seja, somente um bom ator consegue passar verdade num papel de alta complexidade assim.

Outro fator determinante nesses casos é o roteiro que não segue a mesma linha do livro e como já falado, são produtos distintos e não culpem o roteirista por isso, no filme A ÚLTIMA MÚSICA tanto o livro como o roteiro do filme foram escritos por NICHOLAS SPARKS, mas como não poderia deixar de ser são diferentes.

Hazel Grace e Augustus Waters
é
Ansel Elgort e Sailene Woodley
Então, antes de criticar a próxima adaptação pense um pouco no trabalho que é para um roteirista transformar uma obra de arte em outra, o trabalho que é para o diretor o dirigir e para os atores, preparadores de elenco e afins...

Espero que tenham gostado e que venham as adaptações!

Abraços a todos e até a próxima!


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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

então eu li... UM AMOR PARA RECORDAR

Segunda-feira, 11 de novembro de 2013 faltando exatos 51 dias para encerrar o ano eu meio que me obriguei a resenhar esse que é um dos, senão, o maior sucesso do autor norte americano, Nicholas Sparks, o livro “A Walk to Remember” eu amo esse título em Inglês, mas se você preferir: “Um amor para Recordar”.
Título: Um amor para Recordar
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Páginas: 238 (versão de bolso)
Gênero: Romance
Tradução: Ivar Panazzolo Júnior
Ano de Publicação: 1999

Eu sei amigos leitores que uma resenha a mais ou a menos não vai fazer a mínima diferença, visto que, acredito eu, 99,9% da população conhece a história (seja pelo livro seja pelo filme) nota: Há ironia nessa frase ;) Grato!

Mas, mesmo assim eu queria dar meu veredicto com respeito à história de Landon Carter (o narrador) e Jamie Sulivan.

Landon é um jovem de família rica pelo que percebi na leitura, ele mora em Beaufort na Carolina do Norte e está no último ano do ensino médio e tudo que ele quer é aproveitar sua liberdade e juventude antes de se formar, ele é um jovem rebelde que apronta poucas e boas na companhia dos seus amigos, entretanto, como ele mesmo narra na história às coisas que eles aprontavam eram tão simples que não se compara com as coisas de hoje em dia: Landon ia para o cemitério à noite com os amigos para comer amendoim, algumas vezes saia para cobrir as janelas dos carros com sabão, nada atípico para um jovem de sua idade. Entretanto, há suas exceções, e ela é a própria Jamie, uma garota que foge a regra em vários quesitos, ela é filha do pastor da pequena cidade e auxilia no orfanato local, costuma salvar animais machucados e sempre caminha com uma bíblia consigo. É a filha que todo pai pediu a Deus. Jamie é daquelas que ajuda quem quer que seja isso porque ela é um tanto prestativa.
Ambos se conhecem desde a infância, mas nunca chegaram a trocar mais do que algumas palavras, porém dois eventos irão uni-los: O baile da Escola e a Peça de Teatro da Cidade, criada pelo pai de Jamie e realizada todos os anos, isso faz com que eles se aproximem um do outro. Landon convida Jamie para acompanhá-lo no baile de honra aos ex-alunos, e ele faz isso simplesmente porque não conseguiu ninguém que quisesse lhe acompanhar, mas como teria que ser a partir de então eles passaram a ficar cada vez mais próximos, apesar do medo que Landon tem de ser visto por seus amigos com Jamie que é considerada estranha por todos na escola. Uma amizade cresce aos poucos e ele logo se vê apaixonado por ela.

“ Às vezes, você se depara com um livro extraordinário que, à primeira vista, se parece com muitos outros, facilmente passando despercebido. Mas, ao ler o romance, fica maravilhado com o tesouro contido nele. Um amor para Recordar é um desses livros. Não deixa de ser interessante, emocionante e até mesmo fascinante. Uma obra da qual você não se esquecerá tão cedo.” Sunday New York Post.

A peça na cidade a qual os dois são os protagonistas é mais um fator predominante para a aproximação dos dois, e um detalhe: Landon só participa da peça por que Jamie lhe faz um pedido e convenhamos quem negaria um pedido a Jamie Sulivan? ^^

O sentimento dos dois é recíproco, porém ele é profundamente abalado quando Landon descobre que sua amada Jamie tem uma doença fatal, isso faz com que o sentimento de ambos se torne cada dia mais intenso à medida que o fim se aproxima.

Eu particularmente achei o livro bem teen no início, mas depois vira um YA incrível.
Se você não sabe o que é um YA é uma sigla que significa: Literatura Young Adults para pessoas de 14 a 21 anos que concentra em temáticas românticas mais adultas.
A fase jovem do livro se transforma em uma belíssima história de amor que apresenta lições sobre vida e amor ao próximo.

Minha Opinião!
Como sempre acontece nesses casos de livros que viram filmes, eu prefiro a história do livro. Isso porque a história do livro embora a mesma, ela é contada com nuances bem distinta, ainda que seja um livro relativamente pequeno é repleto de informações, belas narrações dos acontecimentos e o livro tem um drama, um lado romântico bem maior, bem maior que o filme, então se você chorou vendo o filme, prepare-se!

Um amor para Recordar era meu romance preferido do Nicholas até eu conhecer Querido John (resenha aqui) isso porque o livro tem uma narração gostosa de fazer ao mesmo tempo inteligente, que você faz com apreço. É um livro pequeno e eu consegui ler em apenas um sábado, ou seja, quando começa não consegue largar.

“Uma história de amor para o novo milênio... consegue agarrar seu coração e acariciá-lo. Provavelmente o livro mais romântico de Sparks”. Boca Raton Daily Sun.

A tradução do livro é primorosa, não encontrei nenhum erro gramatical ou alguma discordância dos fatos.
Mais uma vez Nicholas Sparks arrasa, com mais um dos seus romances clichês (o livro é daqueles que você começa a ler e já sabe o final), mas ele tem o poder de te prender, frases e pensamentos um mais lindo que o outro, então é isso o livro leva cinco estrelinhas...

É isso pessoal, espero que tenham gostado. Se você gostou me ajude COMPARTILHANDO em suas REDES SOCIAIS, INSCREVENDO-SE NO BLOG assim você fica sabendo toda vez que tiver postagem nova e SEGUINDO A PÁGINA no FACEBOOK!
Abraços carinhosos!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

o que acontece com OS LIVROS NACIONAIS

Olá leitores e leitoras que nos acompanham por meio do blog e do facebook.


Estou aqui hoje para falar de um assunto que já não é novidade, embora não deixe de ser algo novo. Exatamente. O que acontece com os livros (romances, ficção, não ficção nacionais?). Caminhando pelas principais livrarias de Brasília eu anotei somente dois autores que estavam presentes nas prateleiras que abrem por assim dizer as livrarias:

PAULA PIMENTA com seu livro MINHA VIDA FORA DE SÉRIE
THALITA REBOUÇAS com seu livro FALA SÉRIO

E na livraria Saraiva do Shopping Conjunto Nacional eu encontrei o livro SAL da autora de “A casa das sete mulheres” LETICIA WIERZCHOWSKI.

Mas, o leque de autores nacionais é realmente enorme, autores bons que escrevem os mais variados assuntos, com suas narrações diferenciadas, com sua forma única de ver o mundo e infelizmente eles só existem na internet.

Pesquisando no site da VEJA os livros mais vendidos no Brasil na semana de 06 de novembro, a lista contém os 20 mais vendidos, entretanto retratarei alguns somente:

A lista completa você encontra aqui -> Os Livros mais vendidos no Brasil (completa)

O autor norte americano JOHN GREEN leva na escala dos 10 mais vendidos

O lugar com o livro A CULPA É DAS ESTRELAS
O lugar com o livro CIDADES DE PAPEL
O lugar com o livro O TEOREMA KATHERINE
O 10º lugar com o livro QUEM É VOCÊ, ALASCA?

As outras posições da lista são todas de autores estrangeiros, por exemplo, o 5º lugar é do autor KHALED HOSSEINI com o livro O SILÊNCIO DAS MONTANHAS, e onde entra nessa lista autores como: Lycia Barros, Tammy Luciano, Thalita Rebouças e Paula Pimenta como já foram citadas, enfim a lista é enorme, se eu fosse colocar aqui iria mais de uma postagem, mas o que vemos são mais e mais livros de fora invadindo as nossas estantes. CULPA DE QUEM? Bem, não é das estrelas.

Eu mesmo sou um desses que fazem com que John Green leve quatro posições desse hacking (até porque eu sou fã número um desse cara), entretanto, a minha estante é repleta de livros nacionais, nota: ótimos livros nacionais dos mais diversos sabores:
  • Da Lycia Barros eu tenho todos, exceto: Tortura Cor de Rosa.

  • Da Cristiane Broca eu tenho Cinco Anos que é um dos livros mais comentado e mencionado no blog (por ter sido uma das minhas leituras favoritas esse ano).

  • Da Elysanna Louzada eu tenho Herdeiros do Trono que eu pretendo começar a ler em dezembro e fazer algo bem legal aqui no blog.

Enfim, livros nacionais têm para todos os gostos, o que falta? (1) Boa distribuição das editoras? Concordo, sim falta. Eu não conseguiria completar minha coleção da Lycia se não fosse à lojinha on line dela, simplesmente porque as livrarias não têm os livros.

Mesmo que eu não vá comprar um livro nacional eu sempre gosto de perguntar ao vendedor como anda o estoque de nacionais e é sempre a mesma coisa, aquela prateleira lá no fundo do fundo do fundo da livraria onde encontramos juntos livros de Machado de Assis (nada contra) Eça de Queirós (nada contra também, amo), ou seja, escondidos, enquanto isso, Nicholas Sparks, Emilly Giffin reina nas primeiras prateleiras, ENTÃO EDITORAS DISTRIBUAM BEM OS SEUS LIVROS NACIONAIS, POR FAVOR.

E um detalhe a mais: O Brasil é o 8º país que mais produz livros, ou seja, autores nós temos de sobra, o que falta são leitores, bons leitores.

Esses anos de 2012 e 2013 eu percebi um aumento de interesse nos livros, e uma ajuda para isso são os blogs e principalmente os vlogs no youtube, essas pessoas corajosas que vão lá com a cara e a coragem resenhar livros, expor opiniões, gastar tempo e dinheiro com isso, todos nós gastamos seja blogger ou vlogger há um tempo a ser gasto, dinheiro a ser gasto.

 Então eu acho que o mínimo que os leitores Brasileiros deveriam ter era opção de nacionais nas livrarias, mais chances de estar incluso na literatura nacional, eu mesmo tenho tido o prazer de estar em contato com alguns autores e isso é simplesmente demais, então se você é leitor e concorda com a crítica, COMPARTILHE!

Abraços com letras!

Até a próxima!!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

então eu li... QUEM É VOCÊ, ALASCA?

Olá meus leitores queridinhos da vida (risos), mais um dia e mais um livro lido e sabe o que isso significa? Mais uma resenha, mas antes de começarmos, gostaria de perguntar a vocês: Quem é você, Alasca? Não, eu não estou falando do estado americano Alasca, estou falando de Alasca Young.


O livro de John Green lançado em 2010 é Primeiro lugar na lista dos mais vendidos do New York Times! E a história é simplesmente fascinante.

Autor: John Green
Editora: wmf martinsfontes
Categoria: Romance / Literatura Estrangeira
Páginas: 229

Assim que comecei a leitura, cheguei a pensar que o livro seria o mais fraquinho do John (talvez por ter sido o primeiro) eu já tenho um vasto conhecimento das obras do Green, já li e resenhei A Culpa é das Estrelas, O Teorema Katherine & Cidades de Papel. Entretanto, algo ia chamando e prendendo a minha atenção a cada página:

A ausência de capítulos.

Poxa, então como a história é dividida? Isso que é o mais fascinante. A trama é toda separada com contagem de dias, regressivo na primeira parte, exemplo, logo na primeira página nós podemos observar: cento e trinta e seis dias antes, depois, cento e vinte e oito dias antes e assim sucessivamente, até chegarmos ao grande dia que eu não vou contar, pois esse seria o spoiler do spoiler, e faria com que o livro perdesse totalmente a graça, mas vamos lá... Logo após esse tal grande dia, a história recomeça novamente com uma nova contagem de dias, só que dessa vez um após o outro, exemplo: o dia seguinte, dois dias depois e assim vai até o cento e trinta e seis dias depois...

Créditos: leblogdetalita
A história: Miles Halter apelidado posteriormente como Gordo é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras, peraí, últimas palavras do que? Então, ele lê muitas biografias e sempre grava as últimas palavras dos biografados, por exemplo: as últimas palavras de Thomas Edison foram: “O outro lado é muito bom”. Miles está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa, ele não tem amigos e sua companhia é somente os livros de biografias, mas ele está determinado a mudar.

Após ler as últimas palavras do poeta François Rabelais, ele vai para uma nova escola, em uma nova cidade, isso a procura do que o poeta chamou no leito de morte de o “Grande Talvez” essa é a mesma escola que seu pai estudou e ele meio que fica orgulhoso do filho estar seguindo seus passos. Muita coisa aguarda Miles em Culver Creek, a tal escola interna que ele vai, inclusive Alasca Young, inteligente, espirituosa, problemática, sensual e um tanto bipolar (isso não fica implícito na leitura do livro com todas as letras, mas para bom entendedor meia palavra basta, assim pelas atitudes dela, fica bem fácil decifrar que ela tem um grande problema com a bipolaridade).

Alasca vai levar Miles, agora já apelidado como Gordo pelo seu companheiro de quarto Chip (apelido: Coronel) para o seu labirinto e o catapultará em direção ao “Grande talvez”.

O livro é sem dúvida nenhuma, ótimo, ele mostra como uma pessoa pode transformar a vida de outra tanto positivamente como negativamente.

Miles lembra muito, os personagens Colin de O Teorema Katherine e Q de Cidades de Papel, mas não é de se causar estranheza, pois, os livros de John sempre tem uma pegada nerd mais forte, e Miles é assim, inteligente gosta de ler e não se contenta com notas baixas, isso até a chegada do grande dia, depois disso ele meio que dá uma relaxada, mas não chega a ser relapso.

Miles tem uma paixão por Alasca, paixão platônica, mas ela não dar bola para ele simplesmente porque ama o namorado, mas a amizade e a cumplicidade dos dois dispensam amor ou romance, assim, pelo que pude perceber John não queria aprofundar no tema amor quando escreveu o livro, por isso outros assuntos mais complexos e filosóficos são tratados com mais peso que essa lenga, lenga de amor, eu gostei muito da Alasca ela é com certeza uma das personagens mais bem construídas dos últimos tempos ao lado do Miles.
Como em seus outros livros, os personagens secundários não podem ser chamados de acessórios, tamanha é a importância que Green dar a eles.

Créditos: Carol Barboza
No livro Quem é você, Alasca? eu destaco Chip como conhecido pelo seu apelido Coronel, baixinho, forte e com ódio dos Guerreiros de dia da semana ou se você não tem ideia do que seja isso eu vou simplificar, os riquinhos (risos). Lara, a namorada/amiga, amiga/namorada de Miles é outra personagem que ganhou meu carinho, pois assim como Coronel ela tem atitudes pessoais e se firma na trama e é fofa com seu sotaque e suas vogais puxadas, tem também o Takumi que não é assim tão bom como Coronel e Lara, mas tem sua importância para a história.

Juntos, eles aprontam muito no Campus da Escola, sempre passando para trás o Águia (diretor da instituição, ele é chamado tanto de Águia que não me recordo o nome verdadeiro dele e estou com preguiça de ir atrás do livro). Trotes são feitos a todo o momento entre os Guerreiros de dia da semana e os demais alunos bolsistas. O livro tem muitas passagens deliciosas e divertidas, que ao final faz com que fiquemos com gostinho de quero mais e aquela terrível já conhecida ressaca literária, uma passagem do livro que rio muito é com a MESA DE CENTRO do Miles e do Coronel que na verdade é um baú trazido de casa pelo Miles, nele está escrito com fita: MESA DE CENTRO e John sempre a narra no desenrolar do livro como MESA DE CENTRO em letras maiúsculas, além de outras coisas.

Não dar para contar mais do desenrolar da história, simplesmente porque como já dito no meio do livro há uma reviravolta e depois disso, tudo muda e nada é mais como era no começo e só lendo para você ter ideia, assim como em A Culpa é das Estrelas, John consegue arrancar lágrimas dos seus leitores (pelo menos no leitor “eu”).

A narração do livro é leve, consegui ler as 229 páginas em 2 dias.

A capa do livro é linda, chama com certeza a atenção dos leitores, Alasca e seus olhos verdes ali em um fundo cinza, embora eu não tenha gostado da diagramação da wmf martinsfontes a editora que publicou o livro no Brasil, achei a letra pequena e faltou um algo a mais no livro que pudesse de alguma forma torná-lo mais atraente internamente, faltou à foto do Green, a orelha detrás vem trazendo outros títulos do catalogo da editora, o que achei um verdadeiro desperdício.

A tradução do RODRIGO NEVES impecável, não observei nenhum erro gramatical, embora tenha lido rapidamente em dois dias, tempo não suficiente para ficar preocupando-se com erros.

Então é isso pessoal o livro leva 5 estrelinhas!


[A partir de hoje as notas dos livros serão de 1 a 5, sendo 1 para muito ruim e 5 para excelente, as estrelinhas não ficaram lá essas coisas, mas dar para enfeitar o post].

Beliscões carinhosos a todo mundo e até breve!

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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

entrevista com CRISTIANE BROCA

O grande dia finalmente chegou amigos leitores, a tão aguardada entrevista com a autora do Ases da Literatura, Cristiane Diniz de Siqueira Broca. Ou simplesmente, Cristiane Broca nasceu em 9 de Junho de 1984, na cidade de Aparecida, Interior de São Paulo. Apesar de seu amor pela literatura, formou-se em Tecnologia da Informação. No ano de 2009 ela iniciou o livro Cinco Anos, seu primeiro romance, e desde então não parou mais de escrever. Em 2012 lançou o conto Amor antes do fim na antologia (Coletânea) O Último dia antes do Fim do Mundo, pelo: Ases da Literatura, e em 2013, da antologia Não é só por vinte contos, do SKOOB. Atualmente Cristiane Broca escreve seu segundo romance que ainda é segredo para a grande maioria e reside em Guaratinguetá – SP com o marido e o filho, onde dedica parte de seu tempo para escrever.


Ela é a primeira autora a ser entrevistada pelo Charles Letrando, curiosos? Vamos lá...

Queria agradecer muito por aceitar o meu convite e primeiramente queria elogiar duplamente tanto pelo romance: “Cinco Anos” como pelo conto “A nova Sofia” do livro gratuitamente distribuído pelo Skoob.
Eu que agradeço pela oportunidade de responder às perguntas do blog Charlesletrando.

Quem é Cristiane Broca de pessoa para pessoa?
Sou uma pessoa alegre, intensa, e vivo no mundo da lua. Gosto de aprender coisas novas, me reinventar, visitar lugares diferentes e de estar sempre em contato com o que me inspira, como as artes, a música, o cinema e, é claro, literatura, minha grande paixão. Sou leal aos que amo e gosto de pessoas que, mesmo estando longe, são capazes de estar por perto.

Cristiane Broca, quando você descobriu que tinha veia para a escrita e decidiu que era hora de começar a escrever?
Descobri minha vocação para a escrita cedo, no início da adolescência. Nessa época me apaixonei pelos livros e decidi criar minhas próprias histórias. Sempre tive muita imaginação e gostei de me expressar através de palavras. Com a correria da vida (trabalho, vida pessoal, estudos), deixei minha vocação de lado por alguns anos, até retomar o antigo sonho de escrever em 2009.

De onde surgiu a ideia do livro Cinco Anos?
Em uma viagem, estava olhando pela janela do carro quando o desejo de escrever veio até mim como uma luz. Comecei a formular a ideia de um livro ali mesmo, baseada na pergunta: E se? (Sou muito boa em imaginar situações). Aconteceu que enquanto eu amadurecia a ideia, sonhei com um casal em situações diferentes. Encostei o primeiro projeto, que viria a ser o segundo livro (que estou desenvolvendo no momento), para escrever sobre aquele casal. Assim nasceu Cinco Anos, e a minha jornada como autora profissional começou.

É comum ouvirmos dizer no meio literário que o primeiro livro é sempre meio que autobiográfico. O que tem de Cristiane Broca no romance: Cinco Anos?
Tem muito de Cristiane Broca em Cinco Anos. Não é um livro autobiográfico, mas usei minha experiência própria para compor a carga emocional da protagonista, assim como algumas situações do livro. Incluí muitas coisas que não tinham a ver comigo, também. É impressionante como os personagens parecem ganhar vida. Algumas vezes somos nós que os ensinamos, em outras são eles que nos ensinam, guiando-nos por situações que têm mais a ver com eles do que conosco. 

Como é o seu processo de criação e sua rotina quando está escrevendo?
Meu processo de criação envolve muita criação (rs). Isso porque tenho o costume de escrever muito, de forma livre, e apagar muito também, até encontrar as cenas perfeitas. Aprendi a preparar uma base sobre a qual trabalhar, mas nunca consigo seguir um roteiro certinho, porque a história vai ganhando vida.
Quanto à rotina, tento separar algumas horas do dia para escrever. Nem sempre consigo, mas me esforço, para que não haja um distanciamento da história e ela flua melhor. Gosto muito de escrever à noite. É no silêncio da madrugada que minha criatividade flui melhor.


Quais autores que te inspiram?
Sidney Sheldon, Daniele Steel, Emily Giffin, David Nicholls, Lycia Barros, Carina Rissi, Sophie Kinsela, Samanta Holtz, Adriana Brasil, e muitos outros. Atualmente estou em uma fase de livros nacionais e devo dizer que adoro encontrar a nossa cultura, assim como lugares que conhecemos, inseridos em boas histórias.

Como tem sido a recepção do livro Cinco Anos?
Maravilhosa! As pessoas estão encantadas com o livro, e muitas me contam que o devoraram em 1, 2 dias, e que não conseguiam largar. Até o momento, só recebi avaliações positivas e isso me deixa muito feliz. Devagarinho o boca a boca está levando cada vez mais pessoas a se interessarem por ele.

Um livro favorito (não vale o seu)
Um Dia (David Nicholls)

E sobre seu novo romance que está escrevendo, pode adiantar alguma coisa aos leitores?
Será a história de um jovem dividido entre dois caminhos: ficar com a garota que ama ou seguir o plano que o levará ao sucesso profissional. No fundo ele sabe que só existe uma escolha...
Posso adiantar aos leitores que será uma história cheia de reviravoltas e grandes emoções.


Cris muito obrigado por responder as perguntas sucesso sempre!
Então é isso, espero que tenham gostado, comentem, compartilhem e aproveitem! Abraços e até mais...

domingo, 3 de novembro de 2013

da série clássicos... O Alienista

Ótimo domingo a todos os amigos que acompanham o charlesletrando, e se você não está vendo esse texto domingo, ótimo dia mesmo assim. Hoje minha resenha é de um livro nacional, mas nada de literatura contemporânea, não amigos, dessa vez é um clássico de Machado de Assis, que eu particularmente amei.
O Alienista é um dos textos mais engraçados do autor.


“O médico não se importava com a falta de beleza da esposa. Como ela era feia, ele não ia perder tempo olhando para ela, assim ia poder estudar cada vez mais”.

O livro conta a história de Simão Bacamarte um médico alienista que estudou na Europa e é um grande especialista que se dedica a estudar a loucura e a tratar os doentes mentais. Ele se muda para uma pequena cidade e monta um hospital, que é conhecido por todos como a Casa Verde. Ele se casa com dona Evarista, esperando ter filhos com ela, mas não consegue.

“Alguém podia dizer que ali estavam um gênio e um louco, mas era difícil dizer qual era o gênio e qual era o louco”.

Como em toda cidade pequena daquele tempo, o poder é dividido entre o padre, o prefeito, os vereadores e o juiz; a chegada do médico com suas ideias estranhas mexem com a vida da cidade de Itaguaí. E não demorará muito até que o Dr. Bacamarte, na sua constante busca da diferença entre a loucura e a razão, passe a internar gente sem nenhum sinal de loucura, prendendo e soltando gente em seu hospício. Ele chega a prender tanta gente que acaba causando uma revolta popular, liderada pelo barbeiro Porfírio. Mas, Simão mantém a Casa Verde. E será que sobrará alguém do lado de fora?

Quando falamos de clássicos da literatura é difícil falarmos em um livro irônico e com alta carga de crítica, mas esse é bem o estilo de O Alienista.

A versão que eu li é distribuída gratuitamente pelo SENAI uma versão adaptada para neoleitores (o que não é o meu caso), mas a leitura é muito gostosa, flui rápido e como a versão é adaptada às narrações longas ou sem pontos importantes são recortadas deixando assim somente o essencial.

Um livro que vale a pena se você gosta de dar gargalhada enquanto ler, poucas páginas e um conteúdo, leva SETE ESTRELINHAS e eu super-recomendo!

Abraços e até a próxima!

Curtam, comente e Compartilhe!

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