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sábado, 22 de novembro de 2014

5 livros que eu PAREI de ler...

Olá terráqueos, como vão vocês?

Eu ainda estou digitando somente com uma das mãos, por motivos da minha tendinite, pois é essa tala horrorosa que me causa coceiras monstruosas só será retirada na segunda-feira, quando poderei finalmente dormir em paz (até lá, ainda temos duas longas noites hahaha).

Pois bem, vamos ao que interessa... Livros estacionados na estante...
Se você é daqueles que tem uma coleção de livros bem maior que seu guarda-roupa, você com certeza tem algum livro que deixou de ler, ou comprou e nunca leu (sou desses).

Listei os cinco principais, (sei que muitos puxarão minha orelha), mas é isso... Tem livros que eu simplesmente não consegui chegar ao fim #tenso...

O 1º A GUERRA DOS TRONOS - AS CRÔNICAS DE GELO E FOGO - LIVRO UM


Pois é, eu acho que sou o único blogueiro no mundo que não se rendeu ao sucesso de Game of Thrones. Comecei a leitura simplesmente e unicamente por influência e não consegui chegar nem ao quarto capítulo, é muitas mortes, muitos personagens  e não consegui acompanhar ao ritmo frenético com que George R. R. Martin escreve #MeJulguem.

*

O 2º BATTLE ROYALE - o livro que inspirou Jogos Vorazes (pelo menos é o que dizem)...


Então, esse é um daqueles livros bons, mas que eu parei para ler um melhor! Sou muito fã da trilogia The Hunger Games da tia Suzanne, mas Battle Royale tem uma linguagem diferente (claro) é um livro japonês, nomes dos personagens muito complicados, mas sim, eu gostei muito do livro e pretendo terminá-lo, assim que terminar minhas atuais (detalhe: essa listinha só cresce) leituras.

*

O 3º O CHAMADO DO CUCO da J. K. ROWLING sob o pseudônimo de ROBERT GALBRAITH


É. O livro das mesmas mãos da criadora de Harry Potter. Eu estava completamente louco por esse livro e quado ganhei eu não li, (muito prazer, esse sou eu de novo), mas um dia eu leio!

*

O 4º é um livro que eu não sei o porquê de nunca ter finalizado sua leitura, é um exclente livro, uma linguagem prima, um escritor nota dez e eu não sei explicar..., A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS do MARKUS ZUSAK.



Esse com certeza merece ser finalizado!

*

O último livro da minha lista que eu parei de ler por motivos de: Nicholas Sparks, pois é me julguem novamente, mas até hoje somene dois livros do Nicholas me prenderam a atenção:
Um amor para recordar e Querido Jhon.


UMA CURVA NA ESTRADA segue a mesma linha de seus outros romances, mas não me prendeu atenção em nada! Pois é... É da vida....


Eu vou ficando por aqui, espero que tenham gostado, essa foi só um post qualquer para não deixar o blog muito tempo sem atualização, espero segunda poder voltar digitado com as duas mãos para falarmos de assuntos bem mais legais!

Sigam meu novo instagram: @charleseumesmo

Abraços com letras...
#Fui!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

PORQUE ATÉ A MORTE TEREI FOME

resenha do livro:

Olá pessoas!
Hoje vou falar com vocês sobre um livro que francamente falando me deixou extasiado. Um livro de uma autora nacional, daqui mesmo de Brasília. Um livro que como ela mesmo o descreve: uma história de desamor e superação existencial, uma história daquelas que precisam ser lidas e mais do que isso compreendidas, não, você não precisa ser nenhum filósofo ou outro tipo de pensador para isso, você só precisa ser um humano que sofre, ganha e perde as vezes, maioria das vezes. Eu conheci Patricia durante um evento literário em Brasília e foi lá que também conheci sua bela obra, prima e digno notar, um livro realmente essencial. Então se você estiver pronto para embarcar por trás de detrás da emoção e medo humano vem comigo acompanhar essa história emocionante!


Autora: Patricia Colmenero
Páginas: 199
Ano: 2012
Livro de autoria independente com apoio: FAC, Secretaria de Cultura e GDF.


Sinopse:

Uma mulher num salto agulha prestes a chorar como uma criança, assim se apresenta a personagem principal de "Porque até a morte terei fome". Intensidade e desespero marcam o cotidiano da escritora "de algo urgente" que se fantasia por vezes de funcionária padrão em um escritório de advocacia, por outras de esposa servil do próprio chefe.
O fim do relacionamento faz pulsar em meio ao caos o sentimento de perda. Amor ou hábito? Das entrelinhas brilhantes no teto do quarto restam agora somente as marcas de mofo. O romance de formação de Patrícia Colmenero instiga o desejo de uma mulher tão determinada quanto assustada. Aprendendo a ser só, a personagem (assim como a autora) adentra em um labirinto de ausências, compondo um fluxo poético que se revela como a escritura da própria dor. 

Crítica:

Como já dito na descrição, eu conheci Patricia em um evento literário e foi lá que eu conheci a sua obra, e só o desenho da capa instiga o leitor atento, porque não há nada nela que nos leva a profundidade da história que será contada, o título do livro vem em relevo sobre uma tarja preta e um desenho de um veado sobre um fundo totalmente branco que me remeteu a ausência de cores, e não sei porque essa 'ausência de cores' fez pra mim pelo menos todo sentido quando comecei a conhecer a história de Túlio e dela (que eu prefiro não citar o nome, acho que é importante você conhecê-la profundamente antes de perguntar o nome) a protagonista dessa história surpreendente.

O livro tem um gosto de Clarice Lispector, uma narrativa em primeira pessoa que instiga o leitor a virar a página e faz com que um turbilhão de coisas aconteçam enquanto suas vistas vão capturando as palavras ali escritas. Eu chamo a história de "Porque até a morte terei fome" de mais que superação, é uma história tão profunda sobre a vida, o amor e a morte, que em determinados momentos da leitura eu parava e dizia "Putz. É isso".

Patricia joga, despudoramente sobre o leitor tudo de belo e egocêntrico que a vida tem para nos mostrar por meio da sua protagonista que se esconde em um trabalho que ela odeia, em um convívio acomodado que em determinado momento da sua vida ela decidiu chamar de amor, e ao mesmo tempo que ela se esconde, ela se aparece quanto a sua verdadeira vocação que é ser escritora. 

Patricia fala que seu tema de obsessão é a solidão. E nós vemos isso na pele, no dia a dia da protagonista!

Seus conflitos, seus dramas, são coisas que podemos dizer banais, mas que  são tratados de uma forma tão ampla pela protagonista que faz com que percebamos que a vida é assim, seus problemas são sempre os maiores, os mais amplos, os mais difíceis de resolver...

A protagonista do livro acaba de romper um relacionamento, está infeliz com seu trabalho e nada mais é importante a ela a não sera ausência, a solidão e quando eu falo da ausência das cores na capa é isso. Ai "Porque até a morte terei fome" é uma leitura tão gostosa, mas tão pesada com seus sentimentos que por vezes era preciso eu parar, fechar o livro, olhar para um ponto específico e pensar... refletir sobre tudo aquilo que eu havia acabado de ler.

Sobre a autora!









Sobre o evento que conheci Patricia clique AQUI [com fotos exclusivas]

Acho que é isso, tudo isso!
Se você gostou, divulgue por ai...
Beijos doces e até breve pessoal.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Sobre o novo livro de CHICO BUARQUE


Francisco Buarque de Holanda, para os íntimos e amantes da boa música, Chico Buarque (70 anos) está prestes a lançar mais um livro, e se você nobre leitor desinformado não sabe ao certo do que estou falando, vou lhe explicar...

Chico é autor de livros como: “Estorvo” (1991), “Benjamim” (1995) “Budapeste” (2003) “Leite Derramado” (2009) e agora dia 14 de novembro de 2014 ele lança pela editora Companhia das Letras, o livro “O irmão Alemão”.


Na segunda-feira, dia 03 a editora divulgou um vídeo (lindo por sinal) em que o músico, compositor, escritor, cineasta, ator e o que mais imaginar, lê um trecho de seu novo livro. A pré-venda começou na terça-feira dia 04 nos sites das livrarias!

Mas, Charles, qual o assunto do livro?

Foi durante uma entrevista em 2010 que Chico revelou ao jornalista Generton Moraes Neto ter um “meio-irmão alemão”, filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982) antes do casamento.

Palavras do Chico: “Eu tenho um meio-irmão alemão. Não sei se ainda tenho. Mas tive. O meu pai teve um filho alemão antes de se casar. Depois, perdeu de vista, porque voltou para o Brasil, onde se casou. Não se relacionou mais com a mulher nem com o filho que teve na Alemanha”.


"A última notícia que ele teve foi durante a guerra. A mulher pediu que o meu pai enviasse documentos provando que não tinha sangue judeu até a segunda ou terceira geração. O meu pai providenciou. Depois da guerra, não teve notícias."

Quando perguntado se alguma vez havia tentado fazer contato com o meio-irmão, respondeu:
"Uma vez, quando fui a Berlim, tive a impressão de estar vendo um irmão sempre em alguma parte – alguém que pudesse parecer comigo ou com meu pai. Tive a impressão de que ele poderia estar ali. Não sei explicar o que aconteceu (...)

Ficou curioso para ler?
Então clica no link e se delicie com o próprio Chico lendo um trecho para nós!

"O irmão alemão", novo livro de Chico Buarque


Até breve...
Bjos!


sábado, 1 de novembro de 2014

SOBRE A VIA CRUCIS DO CORPO

Bom dia, novembro!
Bom dia, amigos leitores, bom dia mundo!


Hoje eu escolhi falar daquela que como todos já sabem é a minha maior inspiração no quesito literatura, CLARICE LISPECTOR e se tem uma frase que descreve o que eu sinto pela sua escrita é essa: “Clarice não escrevia em português, escrevia em Lispector”, e sabe por quê? Porque seu estilo é único, por mais que tentemos (e olha que eu tento) jamais conseguimos chegar perto da perfeição que é seus textos.

Livro: A Via Crucis do Corpo
Editora: Rocco
Autora: Clarice Lispector
Páginas: 78
Contos: 13 (Mas, poderia ser 14)

E para vocês terem uma idéia do que eu sinto quando estou lendo Clarice, é mais ou menos assim: eu sinto arrepios, eu sinto como se ela estivesse falando pessoalmente comigo e mais, eu consigo ouvir sua voz. Na EXPLICAÇÃO do livro “A via Crucis do Corpo” eu já fiquei completamente encantado quando ela diz que quem mais sofreu com todas as histórias contadas ali foi ela mesma, porque ali têm histórias contundentes. Ela ainda diz mais:

“Quero apenas avisar que não escrevo por dinheiro e sim por impulso”.

E eis que eu repito aquela frase que todos já estão carecas de saberem: Como não amá-la?


“Uma pessoa leu meus contos e disse que aquilo não era literatura, era lixo. Concordo. Mas há hora para tudo. Há também à hora do lixo. Este livro (A via Crucis do Corpo) é um pouco triste porque eu descobri, como criança boba, que este é um mundo cão”.

E ela continua...

“É um livro de treze histórias. Mas poderia ser de quatorze. Eu não quero”.

Sim, A Via Crucis do Corpo é um livro de quatorze histórias, isso porque a Explicação antes do primeiro conto é um belo conto, a melhor história...

Eu não vou fazer resenha de cada conto aqui, até porque são contos curtos e eu acabaria estragando sua chance de se deliciar com cada letra da escrita da minha amada Clarice.

“Eu que entendo o corpo. E suas cruéis exigências. Sempre conheci o corpo. O seu vórtice estonteante. O corpo grave”.
(Personagem meu ainda sem nome)

“Quem viu jamais vida amorosa que não a visse afogada nas lágrimas do desastre ou do arrependimento?”
(Não sei de quem é)

Sendo assim, eu reservei um breve (longo) espaço para descrever um pouco do que você encontrará ao desbravar cada página desse emocionante e empolgante livro:

                Disse a seu Manuel:
                - Aqui só é superior a mim essa mulher porque ela escreve e eu não.

*

Ele me contou que tinha feito a guerra do Vietnã. E que fora durante dois anos marinheiro. Que se dava muito bem com o mar. E seus olhos se encheram de lágrimas. Eu disse:
- Seja homem e chore, chore quanto quiser; tenha a grande coragem de chorar. Você deve ter muito motivo para chorar.

*

Não é preciso ser triste para ser bem-educado. Vou convidar Chico Buarque, Tom Jobim e Caetano Veloso e que cada um traga a sua viola. Quero alegria, a melancolia me mata aos poucos”.

*

E uma frase contida no conto: “Dia após Dia” que me descreve de uma maneira espetacular:
“Tenho mania de coca-cola e de café”.


           E assim eu me despeço, esperando que você tenha encontrado um motivo para ir a livraria mais próxima comprar e se deliciar com cada letra ordenada por Clarice em A Via Crucis do Corpo, um livro que fala do corpo humano como ele é, dos desejos de cada um e a maneira como o exploramos, um livro que só poderia ser contado em Lispector.

                Um livro pequeno, 78 páginas, mas que com certeza o engrandecerá!

                Bjs e até breve!

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