Pages - Menu

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

LIVROS: físicos ou digitais?

essa foto foi retirada no metrô em Madrid pela Dora Luz Romero.

Muitas pessoas acreditam que estamos vivendo os "últimos dias" dos livros físicos e que no futuro a literatura será dominada pelos e-books, famosos livros digitais...

Eu particularmente não acredito nessa tese.
Não há nada mais gostoso do que sentir aquele cheirinho de livro novo, apreciar as páginas de um livro, a capa, ler as orelhas, enfim essas coisas que todo leitor costuma fazer...

Entretanto, há muita vantagem em ler um livro digital, eles são mais baratos, são mais fáceis de serem encontrados... (podem ser lidos com as luzes do seu quarto apagadas), você não precisar carregar peso desnecessário... (ainda mais se você estiver lendo George R.R Martim) o armazenamento (algumas pessoas podem não ter espaço físico para uma estante em casa).

O que eu quero mostrar com isso é que é uma discussão boba e desnecessária essa de que livros físicos são melhores que os digitais ou vive e versa. 

Essa imagem retirada no metrô em Madrid (muito foda, por sinal) pode nos passar muitos significados sobre esse tema:
Uma pessoa mais velha não precisa obrigatoriamente ler livros físicos, como um jovem pode não gostar de livros digitais... A amplitude desse debate é realmente intrigante e infindável...

E você, o que prefere?
Diga ai nos comentários....


(Obrigado pela visita =) Volte sempre! Esse espaço é todo seu)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Amar, ser amado e estar amando...

Logotipo do seriado exibido pela Rede Globo de Televisão.
“Dizem que as pessoas se apaixonam pela sensação de estar amando, e não pelo amado. É uma possibilidade... Parece o final de um amor, mas não era amor. Era algo recém-nascido em mim ainda não batizado. E quando acabou, foi como um programa de televisão que sai do ar e ninguém desliga o aparelho, fica ali o barulho a madrugada inteira, o chiado, a falta de imagem, uma luz incômoda no escuro”

Trecho do livro: Divã da autora Martha Medeiros

Olá leitores =)

Hoje resolvi fazer uma resenha totalmente diferente, isso porque o livro pede isso. A história é realmente envolvente e apaixonante, a escrita de Martha Medeiros é incrível e você acaba fazendo uma terapia juntamente com Mercedes e seu terapeuta Lopes.

Livro: Divã
Autora: Martha Medeiros
Editora: Objetiva
Páginas: 154
Ano: 2002
Gênero: Literatura Brasileira

Mercedes é uma mulher de mais de 40 anos, tem três filhos, é casada, classe média, e um dia tem a brilhante idéia de fazer análise. O que começa com uma brincadeira acaba por se transformar em um ato de libertação: poético, divertido, devastador.

“Nunca fiz terapia, estou sentindo o constrangimento dos iniciantes”


Em uma das sessões com Lopes, Mercedes fala sobre a paixão, que as pessoas se apaixonam pela sensação de estar amando, e não pelo amado em si. Durante algum tempo me vi pensando nesse trecho do livro, que como ela mesma diz “É uma possibilidade”.

Divagando sobre o tema cheguei a algumas conclusões vagas a respeito, mas convenhamos que quando nos apaixonamos por uma pessoa, a pessoa que estamos de fato apaixonada não é o corpo em si (isso seria tesão e nada mais) mas a pessoa de dentro, pela sensação que nós temos ou criamos de que estamos amando, de que estamos felizes com a companhia daquela pessoa, com os sorrisos que damos juntos, com a aproximação, enfim...

Mercedes diz que o fim do “algo” recém-nascido nela, porém não batizado foi como uma televisão que sai do ar e fica ali o chiado, além da luz incomoda no escuro...
O que é o fim de um relacionamento?

São justamente esses barulhos em nossas mentes, aquela luz incomoda que não nos deixa dormir. Passamos a refletir no que deu certo, no que deu errado, no que poderíamos ter feito para dar certo ou no que pecamos que deu errado...

“Se não era amor, Lopes, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra de corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero...

São tantas perguntas, tantos questionamentos...

Isso porque o amor é muito maior do que qualquer palavra, Camões, Clarice Lispector nem a própria Martha Medeiros consegue explicar o que é amar, ser amado e estar amando...
Mercedes também não sabe.
Vai ver é mesmo da mesma família...

Divã é a primeira novela [literária] da poetisa, cronista gaúcha Martha Medeiros. Divã é o relato emocionante de uma mulher que se descobre falível (e quem de nós não é?) capaz de ter sentimentos contraditórios, paixões voláteis e emoções à flor da pele.

Mercedes tem mais de 40 anos e é a prova viva de que é possível viver bem com qualquer idade e prova mais, nossos questionamentos jamais se extinguem...

Divã foi adaptado para o teatro, com a diva Lilia Cabral como protagonista. A peça foi vista por mais de 150 mil espectadores em todo o Brasil. Divã também virou seriado pela Rede Globo de televisão com Lilia Cabral também como protagonista e tornou filme com a mesma atriz interpretando Mercedes.

E se você ainda não leu o livro, não viu o seriado ou não assistiu ao filme... Caramba! Levanta logo a bunda da cadeira e vamos lá...

Divã é um livro para pessoas que questionam que vivem, porém buscam saber viver, em toda essa resenha falei sobre um questionamento de Mercedes em duas páginas, o livro tem 154 páginas, ou seja, ensinamentos novos são o que não vai faltar!

Bjs doces!

E hasta La vista baby! =)

texto por Charles Nascimento, as partes em negritos são citações do livro Divã.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Tantos livros... Tão pouco tempo...

créditos na imagem

Olá leitores do blog.
Você é daquele tipo de leitor que tem mais livros do que tempo para ler? Se você respondeu SIM a essa pergunta, fique tranquilo, pois você não está sozinho.

Analisando a minha estante essa semana, cheguei a conclusão de que esse circulo vicioso dificilmente chegará ao fim, isso porque... (I) eu tenho quase 40 livros que ainda não foram lidos. (II) esse mês eu já comprei cinco exemplares novos, aumentando essa lista de não lidos para 45 mais ou menos...

Para quem não entende esse nosso "amor literário" é difícil tentar explicar essas duas situações: (1) números de livros e (2) ritmo de leitura, ainda mais se você trabalha, estuda, se dedica a outras atividades, ou, tem um blog para atualizar quase que diariamente (risos).

Como proceder então?

Bem, algumas pessoas optam por ler mais de um livro ao mesmo tempo. (eu não sou adepto a essa prática, pelo simples fato de achar que estaria traindo um livro dedicando meu tempo a ele e a outro, é meio maluco tentar explicar isso, mas um livro é uma história de várias pessoas, você acaba fazendo parte daquele universo por dias, quiçá semanas então eu prefiro um por vez, mas pode ser uma solução para você).

Outras, aproveitam aquele tempo em filas de banco, supermercados, hospitais, enfim aproveitam todo o tempo que tem para terminar aquele capítulo e não demorar séculos para encerrar aquele livo.

Se isso não te ajudar tente o seguinte...

(a) Desligue a TV
(b) Saia do WhatsApp
(c) Saia também do Facebook, Instagram, Twitter e afins
E vá ler um livro.

Tenho certeza que os benefícios serão bem maiores!

Bjs com letras!
E até a próxima pessoal.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

então eu li FAKE do FELIPE BARENCO

Hoje é dia 11 de dezembro de 2014, é pessoal o ano já está indo embora (para alegria da nação, afinal que ano punk esse de 2014 hein?), pois muito bem, encerrando os trabalhos do ano e com ele as minhas leituras, hoje vou falar sobre um livro que olha... Não sei como começar a falar dele, então vou começar pelo seu idealizador, o grande Felipe Barenco.


Ele nasceu em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, em 1983 é formado em Direção Teatral pela UFRJ, escreve para o teatro, TV e cinema. Na internet você já deve ter ouvido falar de @donashakespeare, pois é, é o grande Felipe que está por trás desse perfil de humor.
Quer saber mais sobre ele? Então acessa felipebarenco.com.br


Ah, Fake é o seu romance de estréia!E cá entre nós, pessoal, que bela estréia para a literatura nacional.

Sinopse/História

Téo está prestes a completar vinte anos e passou para o curso de Direito. Embora ainda não tenha se apaixonado, fantasia encontros amorosos, como se estivesse num filme. Então ele conhece Davi, que chegou ao Rio de Janeiro para ser ator e os dois se apaixonam. Mas como o mundo real costuma ser um pouquinho menos perfeito do que as comédias românticas, quanto mais Téo se aproxima do rapaz, mais descobre que não sabe nada sobre ele.

Quando Téo passou no curso de direito, tinha 19 anos e isso deixou sua família completamente feliz, mas ele não estava assim tão contente consigo mesmo, isso pelo fato dele ter que esconder dos seus familiares o fato de ser gay, ele nunca namorou e Tiago seu melhor amigo (e um personagem secundário, daqueles que você torce para que o autor faça um livro sobre ele) implica com esse fato, sempre de uma maneira bem humorada.


“Antes de nascer, Deus me perguntou: ‘Téo, você quer ser platônico ou daltônico? ’. Eu respondi rápido, me achando muito esperto: ‘Daltônico não, não quero ver o mundo em preto e branco’. Então, Ele se vingou de mim: ‘Vai, Téo, siga platônico. E esteja fadado a enxergar cor onde simplesmente não existe’.”


Do nada, Téo conhece Davi e se apaixona. O relacionamento dos dois é bem típico, fofo para dizer a verdade, mas eis que surge problemas/desentendimentos e tanto Téo como o leitor começa a perceber que não conhece nada a respeito do tal Davi. Nesse ponto do livro, a vida de Téo está de ponta cabeça e não sou eu que vai estragar a surpresa e contar o porque...

A história de Téo/Davi/Tiago/Guilherme (Gui é o amigo da faculdade de Téo) é complexa, intrigante, instigante e bem humorada, o autor soube dosar as histórias e seus personagens de forma primorosa e você ri/chora/torce a favor ou contra a cada pagina do livro.

Fake é daqueles livros que no final te deixa dois dias de DPL (depressão pós-livro), como eu sou muito voraz com minhas leituras, fiquei um só porque Divã da Martha Medeiros gritava para ser lido (e semana que vem tem resenha dele aqui).

A escrita do Felipe é precisa, você não encontra furos, barrigas, meio termo, tudo se costura para o final... tudo faz sentido em alguma parte da história, e ao mesmo tempo que a escrita faz precisa ela é ao mesmo tempo fácil, gostosa de se ler.

A diagramação do livro é primorosa, detalhes são colocados em determinados pontos que fazem toda a diferença e isso só acrescenta para o leitor.

Ah, não posso deixar de mencionar os temas que são abordados no livro:Família, negação da mesma com respeito a homossexuais, fama, e a AIDS.

Sobre a AIDS o livro trouxe uma abordagem completamente normal e simplória do tema, sem aquele drama típico da malhação, ou aquela coisa pesada em novelas das nove, não, o tema foi abordado com deveria ser, contando os fatos, mostrando as evidências comuns do dia a dia e, além disso, deixando claro que uma pessoa portadora do vírus HIV pode sim levar uma vida normal.

Quem tem o vírus no livro?Nem em um milhão de anos, eu conto! Hahaha

Sobre cada personagem...


Téo é fofo, um personagem que faz com que você se apaixone por ele na primeira página, tem um melhor amigo Tiago que dar frescor ao livro e cada vez que ele aparece rouba a cena, Téo tem um amigo da faculdade o Guilherme que é tão bonito (por dentro e por fora) que você até acredita que existem mais pessoas boas que ruins no mundo e tem o Davi que esse eu não digo nada, você lerá e entenderá.

A avó do Téo é outra peça primorosa do livro e caramba! Como o Felipe construiu esses personagens fodásticamente bem...

Então é isso, Fake fala sobre sexualidade, amor, temas complexos e comuns e com certeza é um livro que merece todas as estrelinhas do blog e mais ainda, merece atenção daqueles que estão lendo e reconhecimento do grande público! Abraços e até quando eu aparecer!#Fui!

Pessoal! Antes de eu ir embora eu respondi uma TAG super legal no blog do Joanderson, acessa lá e veja os comentários! Bjs doces!


sábado, 22 de novembro de 2014

5 livros que eu PAREI de ler...

Olá terráqueos, como vão vocês?

Eu ainda estou digitando somente com uma das mãos, por motivos da minha tendinite, pois é essa tala horrorosa que me causa coceiras monstruosas só será retirada na segunda-feira, quando poderei finalmente dormir em paz (até lá, ainda temos duas longas noites hahaha).

Pois bem, vamos ao que interessa... Livros estacionados na estante...
Se você é daqueles que tem uma coleção de livros bem maior que seu guarda-roupa, você com certeza tem algum livro que deixou de ler, ou comprou e nunca leu (sou desses).

Listei os cinco principais, (sei que muitos puxarão minha orelha), mas é isso... Tem livros que eu simplesmente não consegui chegar ao fim #tenso...

O 1º A GUERRA DOS TRONOS - AS CRÔNICAS DE GELO E FOGO - LIVRO UM


Pois é, eu acho que sou o único blogueiro no mundo que não se rendeu ao sucesso de Game of Thrones. Comecei a leitura simplesmente e unicamente por influência e não consegui chegar nem ao quarto capítulo, é muitas mortes, muitos personagens  e não consegui acompanhar ao ritmo frenético com que George R. R. Martin escreve #MeJulguem.

*

O 2º BATTLE ROYALE - o livro que inspirou Jogos Vorazes (pelo menos é o que dizem)...


Então, esse é um daqueles livros bons, mas que eu parei para ler um melhor! Sou muito fã da trilogia The Hunger Games da tia Suzanne, mas Battle Royale tem uma linguagem diferente (claro) é um livro japonês, nomes dos personagens muito complicados, mas sim, eu gostei muito do livro e pretendo terminá-lo, assim que terminar minhas atuais (detalhe: essa listinha só cresce) leituras.

*

O 3º O CHAMADO DO CUCO da J. K. ROWLING sob o pseudônimo de ROBERT GALBRAITH


É. O livro das mesmas mãos da criadora de Harry Potter. Eu estava completamente louco por esse livro e quado ganhei eu não li, (muito prazer, esse sou eu de novo), mas um dia eu leio!

*

O 4º é um livro que eu não sei o porquê de nunca ter finalizado sua leitura, é um exclente livro, uma linguagem prima, um escritor nota dez e eu não sei explicar..., A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS do MARKUS ZUSAK.



Esse com certeza merece ser finalizado!

*

O último livro da minha lista que eu parei de ler por motivos de: Nicholas Sparks, pois é me julguem novamente, mas até hoje somene dois livros do Nicholas me prenderam a atenção:
Um amor para recordar e Querido Jhon.


UMA CURVA NA ESTRADA segue a mesma linha de seus outros romances, mas não me prendeu atenção em nada! Pois é... É da vida....


Eu vou ficando por aqui, espero que tenham gostado, essa foi só um post qualquer para não deixar o blog muito tempo sem atualização, espero segunda poder voltar digitado com as duas mãos para falarmos de assuntos bem mais legais!

Sigam meu novo instagram: @charleseumesmo

Abraços com letras...
#Fui!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

PORQUE ATÉ A MORTE TEREI FOME

resenha do livro:

Olá pessoas!
Hoje vou falar com vocês sobre um livro que francamente falando me deixou extasiado. Um livro de uma autora nacional, daqui mesmo de Brasília. Um livro que como ela mesmo o descreve: uma história de desamor e superação existencial, uma história daquelas que precisam ser lidas e mais do que isso compreendidas, não, você não precisa ser nenhum filósofo ou outro tipo de pensador para isso, você só precisa ser um humano que sofre, ganha e perde as vezes, maioria das vezes. Eu conheci Patricia durante um evento literário em Brasília e foi lá que também conheci sua bela obra, prima e digno notar, um livro realmente essencial. Então se você estiver pronto para embarcar por trás de detrás da emoção e medo humano vem comigo acompanhar essa história emocionante!


Autora: Patricia Colmenero
Páginas: 199
Ano: 2012
Livro de autoria independente com apoio: FAC, Secretaria de Cultura e GDF.


Sinopse:

Uma mulher num salto agulha prestes a chorar como uma criança, assim se apresenta a personagem principal de "Porque até a morte terei fome". Intensidade e desespero marcam o cotidiano da escritora "de algo urgente" que se fantasia por vezes de funcionária padrão em um escritório de advocacia, por outras de esposa servil do próprio chefe.
O fim do relacionamento faz pulsar em meio ao caos o sentimento de perda. Amor ou hábito? Das entrelinhas brilhantes no teto do quarto restam agora somente as marcas de mofo. O romance de formação de Patrícia Colmenero instiga o desejo de uma mulher tão determinada quanto assustada. Aprendendo a ser só, a personagem (assim como a autora) adentra em um labirinto de ausências, compondo um fluxo poético que se revela como a escritura da própria dor. 

Crítica:

Como já dito na descrição, eu conheci Patricia em um evento literário e foi lá que eu conheci a sua obra, e só o desenho da capa instiga o leitor atento, porque não há nada nela que nos leva a profundidade da história que será contada, o título do livro vem em relevo sobre uma tarja preta e um desenho de um veado sobre um fundo totalmente branco que me remeteu a ausência de cores, e não sei porque essa 'ausência de cores' fez pra mim pelo menos todo sentido quando comecei a conhecer a história de Túlio e dela (que eu prefiro não citar o nome, acho que é importante você conhecê-la profundamente antes de perguntar o nome) a protagonista dessa história surpreendente.

O livro tem um gosto de Clarice Lispector, uma narrativa em primeira pessoa que instiga o leitor a virar a página e faz com que um turbilhão de coisas aconteçam enquanto suas vistas vão capturando as palavras ali escritas. Eu chamo a história de "Porque até a morte terei fome" de mais que superação, é uma história tão profunda sobre a vida, o amor e a morte, que em determinados momentos da leitura eu parava e dizia "Putz. É isso".

Patricia joga, despudoramente sobre o leitor tudo de belo e egocêntrico que a vida tem para nos mostrar por meio da sua protagonista que se esconde em um trabalho que ela odeia, em um convívio acomodado que em determinado momento da sua vida ela decidiu chamar de amor, e ao mesmo tempo que ela se esconde, ela se aparece quanto a sua verdadeira vocação que é ser escritora. 

Patricia fala que seu tema de obsessão é a solidão. E nós vemos isso na pele, no dia a dia da protagonista!

Seus conflitos, seus dramas, são coisas que podemos dizer banais, mas que  são tratados de uma forma tão ampla pela protagonista que faz com que percebamos que a vida é assim, seus problemas são sempre os maiores, os mais amplos, os mais difíceis de resolver...

A protagonista do livro acaba de romper um relacionamento, está infeliz com seu trabalho e nada mais é importante a ela a não sera ausência, a solidão e quando eu falo da ausência das cores na capa é isso. Ai "Porque até a morte terei fome" é uma leitura tão gostosa, mas tão pesada com seus sentimentos que por vezes era preciso eu parar, fechar o livro, olhar para um ponto específico e pensar... refletir sobre tudo aquilo que eu havia acabado de ler.

Sobre a autora!









Sobre o evento que conheci Patricia clique AQUI [com fotos exclusivas]

Acho que é isso, tudo isso!
Se você gostou, divulgue por ai...
Beijos doces e até breve pessoal.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Sobre o novo livro de CHICO BUARQUE


Francisco Buarque de Holanda, para os íntimos e amantes da boa música, Chico Buarque (70 anos) está prestes a lançar mais um livro, e se você nobre leitor desinformado não sabe ao certo do que estou falando, vou lhe explicar...

Chico é autor de livros como: “Estorvo” (1991), “Benjamim” (1995) “Budapeste” (2003) “Leite Derramado” (2009) e agora dia 14 de novembro de 2014 ele lança pela editora Companhia das Letras, o livro “O irmão Alemão”.


Na segunda-feira, dia 03 a editora divulgou um vídeo (lindo por sinal) em que o músico, compositor, escritor, cineasta, ator e o que mais imaginar, lê um trecho de seu novo livro. A pré-venda começou na terça-feira dia 04 nos sites das livrarias!

Mas, Charles, qual o assunto do livro?

Foi durante uma entrevista em 2010 que Chico revelou ao jornalista Generton Moraes Neto ter um “meio-irmão alemão”, filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982) antes do casamento.

Palavras do Chico: “Eu tenho um meio-irmão alemão. Não sei se ainda tenho. Mas tive. O meu pai teve um filho alemão antes de se casar. Depois, perdeu de vista, porque voltou para o Brasil, onde se casou. Não se relacionou mais com a mulher nem com o filho que teve na Alemanha”.


"A última notícia que ele teve foi durante a guerra. A mulher pediu que o meu pai enviasse documentos provando que não tinha sangue judeu até a segunda ou terceira geração. O meu pai providenciou. Depois da guerra, não teve notícias."

Quando perguntado se alguma vez havia tentado fazer contato com o meio-irmão, respondeu:
"Uma vez, quando fui a Berlim, tive a impressão de estar vendo um irmão sempre em alguma parte – alguém que pudesse parecer comigo ou com meu pai. Tive a impressão de que ele poderia estar ali. Não sei explicar o que aconteceu (...)

Ficou curioso para ler?
Então clica no link e se delicie com o próprio Chico lendo um trecho para nós!

"O irmão alemão", novo livro de Chico Buarque


Até breve...
Bjos!


sábado, 1 de novembro de 2014

SOBRE A VIA CRUCIS DO CORPO

Bom dia, novembro!
Bom dia, amigos leitores, bom dia mundo!


Hoje eu escolhi falar daquela que como todos já sabem é a minha maior inspiração no quesito literatura, CLARICE LISPECTOR e se tem uma frase que descreve o que eu sinto pela sua escrita é essa: “Clarice não escrevia em português, escrevia em Lispector”, e sabe por quê? Porque seu estilo é único, por mais que tentemos (e olha que eu tento) jamais conseguimos chegar perto da perfeição que é seus textos.

Livro: A Via Crucis do Corpo
Editora: Rocco
Autora: Clarice Lispector
Páginas: 78
Contos: 13 (Mas, poderia ser 14)

E para vocês terem uma idéia do que eu sinto quando estou lendo Clarice, é mais ou menos assim: eu sinto arrepios, eu sinto como se ela estivesse falando pessoalmente comigo e mais, eu consigo ouvir sua voz. Na EXPLICAÇÃO do livro “A via Crucis do Corpo” eu já fiquei completamente encantado quando ela diz que quem mais sofreu com todas as histórias contadas ali foi ela mesma, porque ali têm histórias contundentes. Ela ainda diz mais:

“Quero apenas avisar que não escrevo por dinheiro e sim por impulso”.

E eis que eu repito aquela frase que todos já estão carecas de saberem: Como não amá-la?


“Uma pessoa leu meus contos e disse que aquilo não era literatura, era lixo. Concordo. Mas há hora para tudo. Há também à hora do lixo. Este livro (A via Crucis do Corpo) é um pouco triste porque eu descobri, como criança boba, que este é um mundo cão”.

E ela continua...

“É um livro de treze histórias. Mas poderia ser de quatorze. Eu não quero”.

Sim, A Via Crucis do Corpo é um livro de quatorze histórias, isso porque a Explicação antes do primeiro conto é um belo conto, a melhor história...

Eu não vou fazer resenha de cada conto aqui, até porque são contos curtos e eu acabaria estragando sua chance de se deliciar com cada letra da escrita da minha amada Clarice.

“Eu que entendo o corpo. E suas cruéis exigências. Sempre conheci o corpo. O seu vórtice estonteante. O corpo grave”.
(Personagem meu ainda sem nome)

“Quem viu jamais vida amorosa que não a visse afogada nas lágrimas do desastre ou do arrependimento?”
(Não sei de quem é)

Sendo assim, eu reservei um breve (longo) espaço para descrever um pouco do que você encontrará ao desbravar cada página desse emocionante e empolgante livro:

                Disse a seu Manuel:
                - Aqui só é superior a mim essa mulher porque ela escreve e eu não.

*

Ele me contou que tinha feito a guerra do Vietnã. E que fora durante dois anos marinheiro. Que se dava muito bem com o mar. E seus olhos se encheram de lágrimas. Eu disse:
- Seja homem e chore, chore quanto quiser; tenha a grande coragem de chorar. Você deve ter muito motivo para chorar.

*

Não é preciso ser triste para ser bem-educado. Vou convidar Chico Buarque, Tom Jobim e Caetano Veloso e que cada um traga a sua viola. Quero alegria, a melancolia me mata aos poucos”.

*

E uma frase contida no conto: “Dia após Dia” que me descreve de uma maneira espetacular:
“Tenho mania de coca-cola e de café”.


           E assim eu me despeço, esperando que você tenha encontrado um motivo para ir a livraria mais próxima comprar e se deliciar com cada letra ordenada por Clarice em A Via Crucis do Corpo, um livro que fala do corpo humano como ele é, dos desejos de cada um e a maneira como o exploramos, um livro que só poderia ser contado em Lispector.

                Um livro pequeno, 78 páginas, mas que com certeza o engrandecerá!

                Bjs e até breve!

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

INTOLERÂNCIA


Foi durante uma entrevista que concedeu ao jornalista Julio Lerner em 1977, na TV CULTURA que Clarice Lispector brilhantemente respondeu a seguinte pergunta:

Em que medida o trabalho de Clarice Lispector no caso específico de Mineirinho (conto) pode alterar a ordem das coisas?
Clarice: Não altera em nada. Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa.
                “Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada”. É exatamente esse pensamento que me permeia nesse momento, os meus textos, minhas resenhas, minhas opiniões, críticas, expressas por meio do Charles Letrando, são somente minhas e eu não espero que elas alterem a ordem das coisas ou que altere o seu pensamento, o modo como você enxerga as coisas.

Mas, eu tenho dentro de mim a necessidade de expressão, de colocar para fora coisas que estão presas em minha garganta e talvez por isso o blog seja essa minha válvula de escape.

Você não precisa concordar com o que vou dizer (escrever) aqui, sou uma pessoa que admira e gosta da diversidade, opiniões diferentes, pensamentos diferentes, seria marasmo demais vivermos numa sociedade imperfeita onde todos pensassem da mesma forma, sem livre arbítrio para nada, então aqui você continua sendo protagonista das suas idéias.

                Mas, vamos ao que interessa...

Intolerância, xingamentos, ofensas, pessoais ou não, são temas que estamos cada vez mais acostumados a ouvir (ler) em nossas redes sociais. Essas redes com dimensões gigantescas deram a grande massa o poder de serem vistas, coisas que até anos atrás era quase que impensável, se não fosse a TV e o rádio, ninguém seria conhecido, opiniões eram dadas por aqueles ‘responsáveis’ por elas, vulgos: jornalistas, alguns artistas influentes também eram donos de pensamentos e observâncias da vida e de uma sociedade... Tudo parecia caminhar no fluxo normal daquela vida, mas eis que surge o booom das redes sociais e aquela tia velha que já não se importava com nada, começou a se interessar novamente por assuntos polêmicos e porque não expressá-los para a meia dúzia de seguidores que ela possui?

A tia velha não foi à única, visto que o adolescente rebelde, procurando demonstrar toda sua revolta vai lá em seu perfil que conta com centenas de seguidores e expressa  suas opiniões contrárias a da pobre tia velha e começa o que já conhecemos tão bem:

Xingamentos
Ofensas
Indiretas
Diretas

Os comentários começam então a explodir e a cada nova notificação, uma pessoa está ali dizendo o que é certo e o que é errado, como se fosse à única dona da verdade...

 Expondo seu ponto de vista como se esse fosse único!


Sim, as redes sociais deram vozes, por assim dizer a quem antes permaneciam calados, mas o que poderia servir para discussões saudáveis, abordagens de temas educativos, ou somente para matar a saudade daquele seu amigo que você já não o vê há algum tempo se transformou em um ringue de UFC onde todos são defensores de seus pensamentos e estão dispostos a “desfazer amizade” com todos aqueles que são contrários a sua opinião...

                Se você não pertence à cesta A você é ‘burro’ e quer viver em uma ‘ditadura’.
                Se você não pertence à cesta B você é ‘coxinha’ e não quer ‘mudanças’

Esses são apenas alguns dos diversos exemplos que eu vi permeando as principais redes sociais esses últimos dias. Ninguém respeita a opinião alheia...

Pouco me importa, pensa, o certo é o que eu acredito e acabou!

                Algo realmente estranho!

E se não existem as redes sociais? Ou melhor, e se elas não dessem tanta visibilidade como dão agora, será que as pessoas seriam ainda tão criticas?

                Tão entendedoras de livros e filmes?
                Tão peritas em política?
                Tão inteligentes a ponto de ofender opiniões diferentes a suas?

Não sei. Infelizmente essas são perguntas difíceis para mim e creio que para você também, agora ser um pouquinho mais tolerante acho que é essencial!

                E o que acha de passar uma semana, uma semana apenas sem colocar aquela indireta a alguém? Acredite isso pode mudar sua vida ou pelo menos melhorar alguns quesitos.

                Faça postagens positivas, que possam passar uma mensagem de acreditação, uma mensagem positiva a alguém, não perca amizades, mesmo que virtuais por conta de opiniões contrárias a suas, um bom diálogo é sempre melhor que um monólogo!

                Após responder a pergunta do inicio do post, o jornalista Julio questionou a Clarice:

No seu entender, qual é o papel do escritor brasileiro hoje?
Clarice: De falar o menos possível
                Queria eu, ter a vocação de Clarice e falar o menos possível, queria eu que a grande maioria das pessoas tivessem esse pensamento e falassem o menos possível, as redes sociais seriam lugares melhores e não esse campo de sangue que se tornou!


                E encerrando esse desabafo eu termino com Clarice, mais uma vez respondendo a uma pergunta do grande Julio Lerner.

Será que as coisas simples hoje são recebidas de maneira complicada?
Clarice: Talvez, talvez… 
                Bjs a todos!

Até o próximo!

domingo, 26 de outubro de 2014

então eu li... WILL & WILL

Domingo, 26 de outubro de 2014!

Dia de eleições e dia de... Resenha é claro!


E depois do enorme sucesso aqui no blog com a resenha do livro GAROTO ENCONTRA GAROTO é hora de falarmos de outro livro do David Levithan que arrebatou seguidores aqui no Brasil, o livro tem como parceiro de David o autor Best Seller John Green (meu humilde escritor favorito #MeJulguem).

Então vamos lá!

Will e Will – um nome, um destino título original: Will Grayson, Will Grayson foi lançado no Brasil em 2010 pela editora Galera Record com suas 348 páginas, tamanho 14 x 21 cm, capa dourada e o título com nuances de verde, azul, laranja e rosa contando a história de dois rapazes de nome Will.
É só amor...


A editora Galera Record enviou a Marco Feliciano, um exemplar de “Will & Will: Um nome, um destino” que está sendo lançado no Brasil e foi o primeiro livro com temática homossexual figurar na lista de mais vendidos do New York Times. Na primeira página, a dedicatória: “Prezado deputado Marco Feliciano, É só amor. Talvez com este livro o senhor consiga entender”.
– texto extraído do instagram da editora Galera Record @galerarecord.


                O livro conta a história de dois garotos que compartilham (dividem) o mesmo nome, escrito da mesma forma WILL GRAYSON, mas aparentemente apenas isso os une (como diz a orelha do livro). Eles se conhecem em uma noite fria, em uma improvável esquina de Chicago (eu não vou contar o local exato do encontro, pois acho que você vai gostar da surpresa ao ler o livro, além de dar algumas boas gargalhadas).

                Enquanto John Green escreve sobre um Will, David Levithan tem a responsabilidade de contar a história do outro Will em capítulos alternados.

Capítulos ímpares: John Green
Capítulos pares: David Levithan

(no início parece meio confuso, mas é só inicio). A história é um tanto lenta, afinal são quase 400 páginas, mas a leitura fácil e gostosa passa tão rapidamente que você não fica tão ansioso quanto a grandes acontecimentos.

                O Will do John Green (vou falar assim, para você que ainda não leu o livro compreender melhor) é hétero, estuda e mora em Chicago. Seu melhor amigo se chama Tiny Cooper um gay enorme que encanta a todos, além da sua amiga Jane, os três estão juntos do começo ao fim do livro e é então que Will começa a sentir-se atraído pela sua amiga Jane.
(Isso não é spoiler)

Agora se Jane corresponderá à investida de Will, isso você terá que ler para descobrir.
Já o outro Will (defendido pela criativa mente de David Levithan) é um gay depressivo, que em certa noite fria elevai a Chicago para conhecer o cara que ele acredita ser o amor da sua vida, o Isaac, mas as coisas não dão certas e no final da noite ele está em um banco beijando nada mais nada menos que... (não, eu não vou contar).

O livro tem uma escrita super leve e contagiante, ambos os autores conseguem prender o leitor até o final. E o livro tem de tudo: romance, comédia, drama, ironia, o humor sarcástico de John Green está sempre presente e só quem já leu outros livros do autor poderá compreender.


Sobre a temática do livro, vou expressar aqui a minha opinião, se você não quer saber, adiante-se ao próximo parágrafo! Uma vez o grande Cazuza, cantor nacional disse a seguinte e brilhante frase: "PARA MIM NAO TEM MUSICA CERTA NEM MUSICA ERRADA, MUSICA TEM QUE SER BOA". O que ele quis dizer com essa expressão? Que ele não estava preocupado em ouvir somente certo tipo de música, jazz, MPB, Rock, ou seja, lá qual fosse o estilo, ele estava preocupado somente com uma coisa: se a música era boa, isso me mostra e deveria mostrar para a maioria que às vezes se prender a um único estilo literário, romance, drama, fantasia é uma enorme besteira, afinal livro tem que ser bom e pronto! Esse é o meu pensamento, e um dos critérios que eu uso na hora de escolher minha próxima leitura!

                Cada personagem do livro tem seu momento para brilhar e o final é lindamente surpreendente, não há cenas pesadas, afinal estamos falando de um YA (Young adults), mas as lições que o livro nos passa é sempre maduras! Vale a pena retirar um tempinho para ler!

Uma foto com os brilhantes AUTORES!         
     E vai uma dica!

Leia sem pressa, a primeira vez que eu o li (li naquele estilo frenético que a maioria dos blogueiros tem e acabei por me perder um pouco, afinal são duas histórias em um mesmo livro, portanto, hoje estou recomeçando a reler novamente).

                Obrigado por vim até aqui!

                Bjs doces a todos e até a próxima... Fui!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

então eu li... PERDIDA

Um amor que ultrapassa as barreiras do tempo

– Você ficaria de queixo caído se visse as coisas que existem onde eu moro. – Se ele achava um simples par de tênis impressionante, o que não pensaria sobre a inovação das inovações chamada papel higiênico.


Ultimamente tenho tido a sorte grande em ler bons livros em sequência, um melhor que o outro, mal dar tempo eu curar uma DPL (depressão pós-livro) e já estou ali me apaixonando de novo por outro universo fantasioso e isso é muito gostoso, essa mudança de lugares, personagens e escrita diferenciada. Um dos últimos livros que eu li “Se eu ficar” me deixou meio apaixonado sem estar amando sabe? Livro maravilhoso, sem dúvida nenhuma, agora com Perdida o sentimento que me invade é de alegria, satisfação e prazer em saber que posso me deliciar com a sequência “Encontrada”, então vamos para o que interessa?

Livro: Perdida
Autor: Carina Rissi
Editora: Verus editora
Páginas: 363
Edição:

Sinopse: Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz (ela não se imagina, por exemplo, vivendo longe do seu computador, cafeteira elétrica e um microondas, coisas que ela acha extremamente necessária para sua sobrevivência, nas primeiras páginas do livro Sofia precisa usar uma máquina de escrever, aquelas dos tempos remotos e é muito engraçado, justamente porque é algo ultrapassado demais para ela). Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam.

Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida por Ian Clarke e sua família.

Crítica:

Perdida foi o primeiro livro que li da Carina Rissi, e em nenhum instante fiquei arrependido da minha escolha, ao contrário, um dos livros que mais marquei quot´s, tão amada foi à leitura! Tanto Sofia quanto Ian são personagens carismáticos e super me apaixonei pelo casal, eu super shippo SoIan, porque tantas diferenças neles acabam o aproximando e suas cenas vai nos deixando com aquele gostinho de quero mais...

A história é bem contada, não há barriga no livro o que faz com que cada página seja melhor que a última, a história não se perde no meio do caminho, os personagens sabem para onde estão indo e o final do livro é simplesmente surpreendente...

Poxa! Um livro sem defeitos, você deve está se perguntando.

Perdida é uma comédia romântica, se você gosta desse estilo, pode facilmente concordar que é um livro sem defeitos, a história é ultra engraçada, a Sofia é uma personagem tão carismática quanto sua criadora (que eu tive o enorme prazer de conhecê-la na Turnê de lançamento do livro Encontradaem Brasília), destrambelhada ela vai se metendo nas maiores confusões sem se dar conta de onde suas ações estão a levando.

Sofia usa All Star em pleno século XIX (como não amar?) hahaha

Em Perdida, até mesmo os personagens secundários tem uma importância primordial para a trama e em nenhum momento você os vê como secundários dado a importância deles para a trama, como Elisa (irmã de Ian) e Teodora (melhor amiga de Elisa, que tinha tudo para se tornar uma grande vilã, mas a autora sobre aproveitá-la da melhor forma possível).

E falando em vilão, esse é outro ponto que eu acho super válido em Perdida, diferente de filmes e novelas, os livros não necessariamente precisam da presença de um vilão para que a trama seja bem aceita, às vezes as circunstâncias são bem melhores aproveitadas.

O livro como um todo é excelente e está fazendo o maior sucesso no Skoob.

O livro publicado pela Verus Editora é o único nacional no Top 100, mais desejados e está entre os favoritos dos leitores!

E é recomendado pelo Charles Letrando.

Sobre a autora!
Carina Rissi é uma leitora voraz, sempre lê a última página de um livro antes de comprá-lo e têm um fascínio inexplicável pelo tema “amores impossíveis”. Vê nas obras de Jane Austen uma fonte de inspiração. (e ela transporta isso para o livro Perdida, onde Sofia é apaixonada pelas obras de Jane Austen)

Quando se desgruda dos livros – tanto dos que lê quanto dos que escreve –, Carina se diverte assistindo a comédias românticas ao lado da família e planejando viagens a lugares exóticos que não conhecerá tão cedo, devido ao seu pavor de avião.
Ela nasceu em Ariranha, interior de São Paulo, onde mora atualmente com o marido e a filha, após ter vivido uma curta temporada na capital paulista.

Seu primeiro livro, Perdida: um amor que ultrapassa as barreiras do tempo foi traduzido e publicado na Alemanha, onde entrou para as listas de mais vendidos.


Procura-se um marido é seu segundo livro.
Ela também é autora de: Encontrada, sequência de Perdida, O livro dos vilões que escreveu em parceria com outros autores.

Então é isso, espero que tenham gostado!
Bjs e até breve...

Pages

Pesquise na Wikipedia

Resultados da pesquisa

Pages - Menu