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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

então eu li... QUEM É VOCÊ, ALASCA?

Olá meus leitores queridinhos da vida (risos), mais um dia e mais um livro lido e sabe o que isso significa? Mais uma resenha, mas antes de começarmos, gostaria de perguntar a vocês: Quem é você, Alasca? Não, eu não estou falando do estado americano Alasca, estou falando de Alasca Young.


O livro de John Green lançado em 2010 é Primeiro lugar na lista dos mais vendidos do New York Times! E a história é simplesmente fascinante.

Autor: John Green
Editora: wmf martinsfontes
Categoria: Romance / Literatura Estrangeira
Páginas: 229

Assim que comecei a leitura, cheguei a pensar que o livro seria o mais fraquinho do John (talvez por ter sido o primeiro) eu já tenho um vasto conhecimento das obras do Green, já li e resenhei A Culpa é das Estrelas, O Teorema Katherine & Cidades de Papel. Entretanto, algo ia chamando e prendendo a minha atenção a cada página:

A ausência de capítulos.

Poxa, então como a história é dividida? Isso que é o mais fascinante. A trama é toda separada com contagem de dias, regressivo na primeira parte, exemplo, logo na primeira página nós podemos observar: cento e trinta e seis dias antes, depois, cento e vinte e oito dias antes e assim sucessivamente, até chegarmos ao grande dia que eu não vou contar, pois esse seria o spoiler do spoiler, e faria com que o livro perdesse totalmente a graça, mas vamos lá... Logo após esse tal grande dia, a história recomeça novamente com uma nova contagem de dias, só que dessa vez um após o outro, exemplo: o dia seguinte, dois dias depois e assim vai até o cento e trinta e seis dias depois...

Créditos: leblogdetalita
A história: Miles Halter apelidado posteriormente como Gordo é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras, peraí, últimas palavras do que? Então, ele lê muitas biografias e sempre grava as últimas palavras dos biografados, por exemplo: as últimas palavras de Thomas Edison foram: “O outro lado é muito bom”. Miles está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa, ele não tem amigos e sua companhia é somente os livros de biografias, mas ele está determinado a mudar.

Após ler as últimas palavras do poeta François Rabelais, ele vai para uma nova escola, em uma nova cidade, isso a procura do que o poeta chamou no leito de morte de o “Grande Talvez” essa é a mesma escola que seu pai estudou e ele meio que fica orgulhoso do filho estar seguindo seus passos. Muita coisa aguarda Miles em Culver Creek, a tal escola interna que ele vai, inclusive Alasca Young, inteligente, espirituosa, problemática, sensual e um tanto bipolar (isso não fica implícito na leitura do livro com todas as letras, mas para bom entendedor meia palavra basta, assim pelas atitudes dela, fica bem fácil decifrar que ela tem um grande problema com a bipolaridade).

Alasca vai levar Miles, agora já apelidado como Gordo pelo seu companheiro de quarto Chip (apelido: Coronel) para o seu labirinto e o catapultará em direção ao “Grande talvez”.

O livro é sem dúvida nenhuma, ótimo, ele mostra como uma pessoa pode transformar a vida de outra tanto positivamente como negativamente.

Miles lembra muito, os personagens Colin de O Teorema Katherine e Q de Cidades de Papel, mas não é de se causar estranheza, pois, os livros de John sempre tem uma pegada nerd mais forte, e Miles é assim, inteligente gosta de ler e não se contenta com notas baixas, isso até a chegada do grande dia, depois disso ele meio que dá uma relaxada, mas não chega a ser relapso.

Miles tem uma paixão por Alasca, paixão platônica, mas ela não dar bola para ele simplesmente porque ama o namorado, mas a amizade e a cumplicidade dos dois dispensam amor ou romance, assim, pelo que pude perceber John não queria aprofundar no tema amor quando escreveu o livro, por isso outros assuntos mais complexos e filosóficos são tratados com mais peso que essa lenga, lenga de amor, eu gostei muito da Alasca ela é com certeza uma das personagens mais bem construídas dos últimos tempos ao lado do Miles.
Como em seus outros livros, os personagens secundários não podem ser chamados de acessórios, tamanha é a importância que Green dar a eles.

Créditos: Carol Barboza
No livro Quem é você, Alasca? eu destaco Chip como conhecido pelo seu apelido Coronel, baixinho, forte e com ódio dos Guerreiros de dia da semana ou se você não tem ideia do que seja isso eu vou simplificar, os riquinhos (risos). Lara, a namorada/amiga, amiga/namorada de Miles é outra personagem que ganhou meu carinho, pois assim como Coronel ela tem atitudes pessoais e se firma na trama e é fofa com seu sotaque e suas vogais puxadas, tem também o Takumi que não é assim tão bom como Coronel e Lara, mas tem sua importância para a história.

Juntos, eles aprontam muito no Campus da Escola, sempre passando para trás o Águia (diretor da instituição, ele é chamado tanto de Águia que não me recordo o nome verdadeiro dele e estou com preguiça de ir atrás do livro). Trotes são feitos a todo o momento entre os Guerreiros de dia da semana e os demais alunos bolsistas. O livro tem muitas passagens deliciosas e divertidas, que ao final faz com que fiquemos com gostinho de quero mais e aquela terrível já conhecida ressaca literária, uma passagem do livro que rio muito é com a MESA DE CENTRO do Miles e do Coronel que na verdade é um baú trazido de casa pelo Miles, nele está escrito com fita: MESA DE CENTRO e John sempre a narra no desenrolar do livro como MESA DE CENTRO em letras maiúsculas, além de outras coisas.

Não dar para contar mais do desenrolar da história, simplesmente porque como já dito no meio do livro há uma reviravolta e depois disso, tudo muda e nada é mais como era no começo e só lendo para você ter ideia, assim como em A Culpa é das Estrelas, John consegue arrancar lágrimas dos seus leitores (pelo menos no leitor “eu”).

A narração do livro é leve, consegui ler as 229 páginas em 2 dias.

A capa do livro é linda, chama com certeza a atenção dos leitores, Alasca e seus olhos verdes ali em um fundo cinza, embora eu não tenha gostado da diagramação da wmf martinsfontes a editora que publicou o livro no Brasil, achei a letra pequena e faltou um algo a mais no livro que pudesse de alguma forma torná-lo mais atraente internamente, faltou à foto do Green, a orelha detrás vem trazendo outros títulos do catalogo da editora, o que achei um verdadeiro desperdício.

A tradução do RODRIGO NEVES impecável, não observei nenhum erro gramatical, embora tenha lido rapidamente em dois dias, tempo não suficiente para ficar preocupando-se com erros.

Então é isso pessoal o livro leva 5 estrelinhas!


[A partir de hoje as notas dos livros serão de 1 a 5, sendo 1 para muito ruim e 5 para excelente, as estrelinhas não ficaram lá essas coisas, mas dar para enfeitar o post].

Beliscões carinhosos a todo mundo e até breve!

Ah, compartilhe em suas redes sociais, comente aqui em baixo e siga o blog aqui ao lado. Obrigado! ^_^

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

entrevista com CRISTIANE BROCA

O grande dia finalmente chegou amigos leitores, a tão aguardada entrevista com a autora do Ases da Literatura, Cristiane Diniz de Siqueira Broca. Ou simplesmente, Cristiane Broca nasceu em 9 de Junho de 1984, na cidade de Aparecida, Interior de São Paulo. Apesar de seu amor pela literatura, formou-se em Tecnologia da Informação. No ano de 2009 ela iniciou o livro Cinco Anos, seu primeiro romance, e desde então não parou mais de escrever. Em 2012 lançou o conto Amor antes do fim na antologia (Coletânea) O Último dia antes do Fim do Mundo, pelo: Ases da Literatura, e em 2013, da antologia Não é só por vinte contos, do SKOOB. Atualmente Cristiane Broca escreve seu segundo romance que ainda é segredo para a grande maioria e reside em Guaratinguetá – SP com o marido e o filho, onde dedica parte de seu tempo para escrever.


Ela é a primeira autora a ser entrevistada pelo Charles Letrando, curiosos? Vamos lá...

Queria agradecer muito por aceitar o meu convite e primeiramente queria elogiar duplamente tanto pelo romance: “Cinco Anos” como pelo conto “A nova Sofia” do livro gratuitamente distribuído pelo Skoob.
Eu que agradeço pela oportunidade de responder às perguntas do blog Charlesletrando.

Quem é Cristiane Broca de pessoa para pessoa?
Sou uma pessoa alegre, intensa, e vivo no mundo da lua. Gosto de aprender coisas novas, me reinventar, visitar lugares diferentes e de estar sempre em contato com o que me inspira, como as artes, a música, o cinema e, é claro, literatura, minha grande paixão. Sou leal aos que amo e gosto de pessoas que, mesmo estando longe, são capazes de estar por perto.

Cristiane Broca, quando você descobriu que tinha veia para a escrita e decidiu que era hora de começar a escrever?
Descobri minha vocação para a escrita cedo, no início da adolescência. Nessa época me apaixonei pelos livros e decidi criar minhas próprias histórias. Sempre tive muita imaginação e gostei de me expressar através de palavras. Com a correria da vida (trabalho, vida pessoal, estudos), deixei minha vocação de lado por alguns anos, até retomar o antigo sonho de escrever em 2009.

De onde surgiu a ideia do livro Cinco Anos?
Em uma viagem, estava olhando pela janela do carro quando o desejo de escrever veio até mim como uma luz. Comecei a formular a ideia de um livro ali mesmo, baseada na pergunta: E se? (Sou muito boa em imaginar situações). Aconteceu que enquanto eu amadurecia a ideia, sonhei com um casal em situações diferentes. Encostei o primeiro projeto, que viria a ser o segundo livro (que estou desenvolvendo no momento), para escrever sobre aquele casal. Assim nasceu Cinco Anos, e a minha jornada como autora profissional começou.

É comum ouvirmos dizer no meio literário que o primeiro livro é sempre meio que autobiográfico. O que tem de Cristiane Broca no romance: Cinco Anos?
Tem muito de Cristiane Broca em Cinco Anos. Não é um livro autobiográfico, mas usei minha experiência própria para compor a carga emocional da protagonista, assim como algumas situações do livro. Incluí muitas coisas que não tinham a ver comigo, também. É impressionante como os personagens parecem ganhar vida. Algumas vezes somos nós que os ensinamos, em outras são eles que nos ensinam, guiando-nos por situações que têm mais a ver com eles do que conosco. 

Como é o seu processo de criação e sua rotina quando está escrevendo?
Meu processo de criação envolve muita criação (rs). Isso porque tenho o costume de escrever muito, de forma livre, e apagar muito também, até encontrar as cenas perfeitas. Aprendi a preparar uma base sobre a qual trabalhar, mas nunca consigo seguir um roteiro certinho, porque a história vai ganhando vida.
Quanto à rotina, tento separar algumas horas do dia para escrever. Nem sempre consigo, mas me esforço, para que não haja um distanciamento da história e ela flua melhor. Gosto muito de escrever à noite. É no silêncio da madrugada que minha criatividade flui melhor.


Quais autores que te inspiram?
Sidney Sheldon, Daniele Steel, Emily Giffin, David Nicholls, Lycia Barros, Carina Rissi, Sophie Kinsela, Samanta Holtz, Adriana Brasil, e muitos outros. Atualmente estou em uma fase de livros nacionais e devo dizer que adoro encontrar a nossa cultura, assim como lugares que conhecemos, inseridos em boas histórias.

Como tem sido a recepção do livro Cinco Anos?
Maravilhosa! As pessoas estão encantadas com o livro, e muitas me contam que o devoraram em 1, 2 dias, e que não conseguiam largar. Até o momento, só recebi avaliações positivas e isso me deixa muito feliz. Devagarinho o boca a boca está levando cada vez mais pessoas a se interessarem por ele.

Um livro favorito (não vale o seu)
Um Dia (David Nicholls)

E sobre seu novo romance que está escrevendo, pode adiantar alguma coisa aos leitores?
Será a história de um jovem dividido entre dois caminhos: ficar com a garota que ama ou seguir o plano que o levará ao sucesso profissional. No fundo ele sabe que só existe uma escolha...
Posso adiantar aos leitores que será uma história cheia de reviravoltas e grandes emoções.


Cris muito obrigado por responder as perguntas sucesso sempre!
Então é isso, espero que tenham gostado, comentem, compartilhem e aproveitem! Abraços e até mais...

domingo, 3 de novembro de 2013

da série clássicos... O Alienista

Ótimo domingo a todos os amigos que acompanham o charlesletrando, e se você não está vendo esse texto domingo, ótimo dia mesmo assim. Hoje minha resenha é de um livro nacional, mas nada de literatura contemporânea, não amigos, dessa vez é um clássico de Machado de Assis, que eu particularmente amei.
O Alienista é um dos textos mais engraçados do autor.


“O médico não se importava com a falta de beleza da esposa. Como ela era feia, ele não ia perder tempo olhando para ela, assim ia poder estudar cada vez mais”.

O livro conta a história de Simão Bacamarte um médico alienista que estudou na Europa e é um grande especialista que se dedica a estudar a loucura e a tratar os doentes mentais. Ele se muda para uma pequena cidade e monta um hospital, que é conhecido por todos como a Casa Verde. Ele se casa com dona Evarista, esperando ter filhos com ela, mas não consegue.

“Alguém podia dizer que ali estavam um gênio e um louco, mas era difícil dizer qual era o gênio e qual era o louco”.

Como em toda cidade pequena daquele tempo, o poder é dividido entre o padre, o prefeito, os vereadores e o juiz; a chegada do médico com suas ideias estranhas mexem com a vida da cidade de Itaguaí. E não demorará muito até que o Dr. Bacamarte, na sua constante busca da diferença entre a loucura e a razão, passe a internar gente sem nenhum sinal de loucura, prendendo e soltando gente em seu hospício. Ele chega a prender tanta gente que acaba causando uma revolta popular, liderada pelo barbeiro Porfírio. Mas, Simão mantém a Casa Verde. E será que sobrará alguém do lado de fora?

Quando falamos de clássicos da literatura é difícil falarmos em um livro irônico e com alta carga de crítica, mas esse é bem o estilo de O Alienista.

A versão que eu li é distribuída gratuitamente pelo SENAI uma versão adaptada para neoleitores (o que não é o meu caso), mas a leitura é muito gostosa, flui rápido e como a versão é adaptada às narrações longas ou sem pontos importantes são recortadas deixando assim somente o essencial.

Um livro que vale a pena se você gosta de dar gargalhada enquanto ler, poucas páginas e um conteúdo, leva SETE ESTRELINHAS e eu super-recomendo!

Abraços e até a próxima!

Curtam, comente e Compartilhe!

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

então eu li... CIDADES DE PAPEL

Oi Leitores, como estão? Hoje eu estou aqui como diz a Lúcia do canal no youtube Cabine Literária para resenhar o livro do John Queridinho da vida amor Green ou João Verde como você preferir, quer descobrir? Então embarquemos juntos!

Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Ano: 2008
Gênero: Ficção Americana

Como está escrito ali em cima o livro que irei resenhar é Cidades de Papel, mais um ótimo, excelente, espetacular e quaisquer outros adjetivos que possam expressar a geniosidade do querido autor João Verde, como ele é conhecido pelos fãs do Brasil.

Quando pensava na morte dele, o que, diga-se de passagem, não aconteceu tantas vezes assim, eu sempre pensava da forma como você tinha descrito, como se os fios dentro dele tivessem se arrebentado. Mas existem milhares de maneiras de se pensar a situação: talvez os fios se arrebentem, talvez o navio naufrague ou talvez nós sejamos relva, nossas raízes tão interdependentes que ninguém estará morto enquanto houver alguém vivo. O que quero dizer é que as metáforas não são poucas. Mas você precisa ser cuidadoso ao escolher sua metáfora, porque ela faz diferença. Se escolher os fios, significa que está imaginando um mundo no qual você pode se arrebentar de forma irreparável. Se escolher a relva, então quer dizer que todos nós somos interligados e que usamos esse sistema radicular não apenas para compreendermos uns aos outros, mas também para nos tornarmos o outro. As metáforas têm consequências.
Q

A história é a seguinte: O adolescente Quentin Jacobsen ou simplesmente Q tem uma paixão platônica pela sua magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Q me lembra muito o personagem Colin do livro OTK (resenha AQUI) ele é alto e como o próprio John Green diz a respeito dele é um pouco nerd, como todo e qualquer personagem dele, ele desde criança nutre uma paixão por sua vizinha Margo, com dez anos eles presenciam algo marcante – enquanto brincam no Parque eles encontram um homem morto, nesse ponto do livro podemos perceber claramente a diferença entre Q e Margo, enquanto ele tenta se afastar com medo ela quer ir até o homem e assim ela faz, dias depois ela vai investigar o crime mesmo sendo somente uma criança e diz a frase mais genial de todo o livro: TALVEZ TODOS OS FIOS DENTRO DELE TENHAM SE ARREBENTADO. Eles crescem e ela acaba se tornando uma garota popular, a garota mais popular do Colégio ele é só um nerd a mais com dois melhores amigos Ben e Radar (personagens bem humorados, engraçadíssimos que carrega o humor do livro nas costas e que são fundamentais, no final deixa saudade) a vida de Q é assim normal até que em um cinco de maio que poderia ter sido um dia como qualquer outro, Margo invade seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele é claro, aceita.

Assim que a noite termina, ela se despede estranhamente de Q, no dia seguinte ele vai para a escola e descobre que o paradeiro da sempre enigmática tornou-se um mistério, no entanto, ele logo encontra pistas (que foram claro, deixadas por ela) e decide seguir as pistas, mas quanto mais ele se aproxima de Margo mais ele se distancia da imagem da garota que ele pensava conhecer.

 Margo é uma personagem enigmática, por isso não se deixe levar pelas primeiras impressões, ela tem segredos como qualquer pessoa e também tem fascínio por fugas repentinas, como quando foi para o Mississippi e deixou as letras da cidade em uma sopa de letrinhas, ela é assim e torna tudo muito ótimo.
Mas, nessa fuga tem uma questão Q acha que Margo pode estar morta diante das pistas deixadas e claro eu não vou dizer se ela estar ou não.

A narração do livro não é tão dinâmica quanto OTK, mas não chega a ser cansativa, como já dito é um livro bem humorado, carregado de humor, metáforas e questões filosóficas bem o estilo do meu autor favorito!

Curiosidade: Os direitos de adaptação do livro foram comprados por Mr. Mudd e Mandate, os responsáveis por filmes como Juno e John Green já está escrevendo o roteiro então como ele mesmo diz: “acho que depende de se meu trabalho é bom o suficiente para virar um filme”. Não tenho dúvidas disso, assim esperemos!

O nome Spiegelman sobrenome de Margo em alemão significa “fabricante de espelhos” tipo, os caras nas antigas vilas alemãs que faziam espelhos era chamado de Spiegelman. Margo é a Spiegelman de “Cidades de Papel” quando as pessoas olham para ela, não veem nada de Margo de verdade, mas sim o reflexo de si mesmas em um labirinto de espelhos. Palavras do próprio John Green.

O estilo adolescente do terceiro colegial é bem evidenciado, ou seja, bem escrito, bem narrado a gente se envolve com os personagens, eles tem algumas atitudes que nos arrancam gargalhadas e eu particularmente amei a forma como Q demonstra seu amor por Margo, pois não é um amor qualquer é um amor de verdade.

Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre. Por exemplo, muito provavelmente eu nunca vou ser atingido por um raio, nem ganhar um prêmio Nobel nem ter um câncer terminal de ouvido. Mas, se você levar em contas todos os eventos improváveis, É possível que pelo menos um deles vá acontecer a cada um de nós: Eu poderia ter presenciado uma chuva de sapos. Poderia ter me casado com a rainha da Inglaterra ou sobrevivido meses à deriva no mar. Mas meu milagre foi o seguinte: de todas as casas em todos os condados da Flórida, Eu era vizinho de Margo Roth Spiegelman.
Q

O livro leva nota dez pela diagramação que é ótima (tem um cheiro ótimo). Parabéns a Juliana Romeiro pelo ótimo trabalho de tradução.

Um livro que com certeza superou todas as minhas expectativas como leitor.

Enfim o livro leva DEZ ESTRELAS com certeza e eu super-recomendo.

Comentem o que acharam, compartilhe em suas redes sociais! #CharlesLetrando#

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

NOVIDADES!

Olá amigos que me acompanham no blog e que estão aqui diariamente acompanhando as minhas atualizações, estou aqui porque quero dar algumas ótimas notícias a vocês Letrandos.

1. Essa semana nós teremos uma super entrevista em nosso blog com a autora CRISTIANE BROCA do romance: CINCO ANOS, se você ainda não conhece o livro de que estou falando clique AQUI e você poderá ler a resenha desse maravilhoso romance.







2. O blog Charles Letrando está participando do book tour do livro UMA HERANÇA DE AMOR – O PLANO PERFEITO da autora nacional Lycia Barros, se você der uma olhada no blog encontrará algumas resenhas de seus livros.
Assim fique esperto, pois em breve poderemos ter algumas novidades, como: Sorteios de marcadores autografados e quem sabe até um exemplar do livro, por isso não deixe de conferir nosso blog diariamente, pois esse mês está excelente!





Aqui está a Lista dos blog´s que estão participando do book tour, o resultado saiu ontem na página do Facebook do livro Uma herança de amor.
Então é isso pessoal fique ligado nas novidades, em breve resenha nova do livro Cidades de Papel do autor John Green, abraços a todos! :)

terça-feira, 29 de outubro de 2013

então eu li... A GAROTA DO OUTRO LADO DA RUA

Oi, como anda as suas leituras? Bem, dessa vez eu estou aqui com mais uma nobre missão que é resenhar o livro A Garota do Outro lado da Rua, um romance teen da autora Lycia Barros do ano de 2012. Está pronto? Então não perca mais tempo e embarque junto comigo nessa viagem ao lado de Enzo e Rafaela.

 Autor: Lycia Barros
Editora: Novo Século
Categoria: Teen
Páginas: 119

Sinopse: Enzo é um menino intelectual e aplicado nos estudos que não se importa em ser ridicularizado pela maioria dos colegas de turma. Ao lado de seu amigo Leandro, entra e sai do Colégio com uma vida monótona e sem grandes emoções. Entretanto, há alguém que sempre balança a serenidade de Enzo: Rafaela, sua vizinha da frente, por quem é apaixonado desde a infância e é sua colega de turma. Porém, linda e popular entre os estudantes, Rafaela não se dá conta da sua existência até que um dia, em uma excursão do Colégio, ambos se perdem juntos na mata. Rafaela e Enzo começarão a se conhecer melhor e perceberão o quanto estavam enganados a respeito um do outro. Mas, será que esse conhecimento  resultará em uma grande amizade? Será que o amor de Enzo sobreviverá além das aparências? Afinal, quem é verdadeiramente a garota do outro lado da rua?

Opiniões:  O livro A Garota do Outro lado da Rua, é leve daqueles que você consegue ler em horas, ou se você for um leitor mais lento, em dois dias no máximo, são apenas 119 páginas, mas é o total perfeito para o desenrolar da história. Bem humorado ele consegue arrancar gargalhadas de quem o lê:

“Por causa da idade, minha avó andava muito esquecida... Jurava que era estrangeira e sobrevivente do Titanic, e não uma paraibana arretada”.

Enzo é um garoto aplicado aos estudos, que sempre foi apaixonado por Rafaela, ele é um nerd, diga-se de passagem e seus amigos Leandro e Alana não me deixam mentir, Alana sabe tudo de biologia e fala pelos cotovelos. Já Rafaela a personagem título do livro é uma menina marrenta, sempre ligada a moda, popular no Colégio nunca deu bola pra Enzo até que... Em uma excursão no colégio eles acabam se perdendo dos demais e terão que passar alguns dias juntos em meio a mata da Tijuca, lá a menina mimada deixará de lado sua marra se quiser sobreviver e sair ilesa dali, para isso ela contará com o total apoio de Enzo.


Eu particularmente gostei de vários aspectos do livro:
  1.  A narração prima tanto dos fatos em si como da floresta no RJ.
  2. O fato dos personagens serem tão humanos que muitas das vezes eles dizem exatamente o que queríamos falar.
  3. O livro é direcionado ao publico teen e na capa você encontra já a descrição, entretanto, qualquer pessoa pode ler sem empecilhos.
“Sempre achei que todos aqueles músculos lhe davam um ar imbecil. O tipo de sujeito que só posta fotos sem camisa no Facebook, pois é o atributo que lhe resta”.

O livro tem citações atuais: Harry Potter, BBB, Facebook, Ipad’s, Lost, Discovery Channel e tantas outras que tornam a leitura ainda mais próxima da realidade. É importante dizer que o livro ainda traz um Suplemento de leitura onde o leitor tem a chance de escrever sua compreensão do texto. É narrado na primeira pessoa, com um pequeno detalhe: A primeira parte do livro é narrado por Enzo e a segunda parte por Rafaela, uma grata novidade!!!

Os temas tratados no livro são atemporais.

A moral da história é que as coisas nem sempre acontece como queremos e que beleza não é tudo... Ficou curioso?


A Autora:
Encontro com a autora Lycia Barros em Livraria
Leitura Brasília em 07/08/2013
Lycia Barros  reside com o marido e os filhos em sua cidade natal: Rio de Janeiro. Hoje, como sua função principal, atua apaixonadamente como escritora. Paixão essa, herdada desde que cursou letras na UFRJ. Seu primeiro romance foi o livro que já é sucesso "A Bandeja- qual pecado te seduz?". Em seguida, os livros: "Entre a Mente e o Coração" (Coleção Despertares) e "Tortura cor-de-rosa" (Geração Z).


Então é isso se gostou, comente e compartilhe em suas redes sociais. Vamos ajudar na divulgação do Charles Letrando, abraços e até mais!!!

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Então eu li... O TEOREMA KATHERINE

Oi, eu sou o Charles e esse é o seu blog “Charles Letrando”.



Hoje estou aqui com uma nobre missão que é resenhar o livro O TEOREMA KATHERINE do meu autor preferido JOHN GREEN, sim eu poderia listar vários motivos porque o escolhi para esse posto tão elevado, entretanto, ao ler os seus livros, todos podem entender o porquê e tirar suas próprias conclusões.

Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Categoria: Literatura Estrangeira / Romance
Páginas: 302

Ele é um dos escritores norte-americanos mais queridos pelo público jovem e igualmente festejado pela crítica e não é para menos, John tem um jeito inteligente e cativante de escrever que consegue prender a atenção dos seus leitores, após ler A Culpa é das Estrelas fiquei me perguntando se seu próximo livro seria tão bom assim ou nos melhores dos meus pensamentos se seria melhor. Então, O TEOREMA KATHERINE não é melhor que ACEDE por vários motivos:

1.      Linguagem nerd
2.      Muitas notas de rodapé
3.      Expressões em diversos idiomas

Entretanto, O mesmo livro O TEOREMA KATHERINE é um ótimo livro por trazer:

1.      Linguagem nerd
2.      Muitas notas de rodapé
3.      Expressões em diversos idiomas


Eu fiz isso justamente para mostrar que o livro é interessante quando visto de óticas diferentes, não podemos colocar na balança uma história de um prodígio com uma menina acometida pelo câncer, pois claro que a segundo ganhará mais carinho do público. Quando eu ainda estava no início da leitura vi muitas resenhas onde alguns blogueiros falavam que não havia gostado do Colin (personagem principal) e que Lindsey carregou a história nas costas, não concordo e vou já explicar o motivo:

A história:

Colin conhece Katherine. Katherine gosta de Colin. Colin e Katherine namoram. Katherine termina com Colin. É sempre assim que acontece.

Colin é um jovem prodígio que aprendeu a ler com apenas dois anos de idade que só namora KATHERINES, não Katies, nem Kats, nem Kitties, nem Cathys, nem – Deus o livre – Catherines. Tem que ser KATHERINE. Ele já namorou incríveis 19 e de todas levou um pé na bunda.

Após o seu 19º baque amoroso ele decide botar o pé na estrada juntamente com seu melhor e único amigo Hassam um personagem engraçadíssimo gordo e hirsuto de ascendência libanesa que será o responsável pelas maiores e melhores gargalhadas do livro. Juntos eles caminharão até outra cidade onde uma placa avisa que o arquiduque Francisco Ferdinando, o homem que desencadeou a Primeira Grande Guerra Mundial está enterrado, eles decidem parar para conhecer.

Lá eles conhecem Lindsey a personagem carismática que lhes falei que tem uma boa mãe chamada Hollis, que toda quinta-feira usa terninho cor-de-rosa. Lindsey acaba se tornando amigas de Colin e Hassam.
Hollis assistiu na tevê a um Programa de prodígios que Colin participou e automaticamente gosta do menino, bem como Hassam que é tão carismático, por conta disso oferece aos dois um emprego. Eles têm que entrevistar todas as pessoas da cidade e assim eles fazem.


Colin é viciado em anagramas (se você não sabe o que é, acho interessante que pesquise, pois o assunto é bem atraente) e PhD em levar foras, decide elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, com pura matemática, o desfecho de qualquer relacionamento.

Colin então estará em uma cidade nova, cercada de novas pessoas, se metendo em confusão e criando seu Teorema. Uma descoberta que vai entrar para a história, elevando Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. E também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou pelo menos, é isso que ele espera, será que é isso que vai acontecer? Bem é hora de ler o livro!
Dando meu veredicto final confirmo e ressalto que a leitura do livro não é das mais simples, termos novos surgem a cada página. Gosto de chamar O Teorema Katherine de Uma nova espécie de dicionário, eu mesmo aprendi várias palavras novas, conheci fatos interessantes da nossa história e coisas absurdas que você não faz ideia, mas está ali, para aumentar o seu conhecimento.

John Green conversa com você nas notas de rodapé e por diversas vezes me senti próximo do meu autor favorito, um Apêndice feito por um matemático explica como funciona o Teorema, mas é totalmente opcional a leitura.

Enfim, é um ótimo livro, não tenho do que reclamar. John Green escreve para jovens intelectuais isso é fato, a narração é algo extraordinária, feita com esmero na terceira pessoa o que faz com que tenhamos uma visão ampla de todos os personagens.

Meus Parabéns, especial a revisão de Umberto Figueiredo Pinto pela ótima e quando digo ótima, quero dizer excelente Revisão feita no livro. Ele fez um trabalho primoroso que não se vê todos os dias em livros do gênero, palavras que são somente brasileiras colocadas ali estrategicamente fazendo com que a leitura soe mais verdadeira.

Enfim, falta mais um elogio a esse autor, vulgo, denominado John Green?
Se falta, meus sinceros perdões e que meu desejo de que todos leiam:
O TEOREMA KATHERINE!

Abraços e até o próximo post!

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

então eu... ESCREVI

Olá amigos do Charles Letrando, hoje eu resolvi mudar!
Iria postar a resenha do livro O TEOREMA KATHERINE do aclamado autor, JOHN GREEN (que já está no ponto, estou lendo agora CIDADES DE PAPEL e dessa vez além da Resenha virá novidades aqui no blog), porém como minha vida está um corre corre danado (pela escrita do meu primeiro livro entre outras coisitas mais) resolvi postar um dos textos que tenho armazenado em meu computador e achei diversas vezes que para nada me serviriam, e daí eu tive essa ideia: De vez em quando além de se deliciarem com as minhas Resenhas & Sinopses, vocês leitores (Letrandos) terão alguns textos meus para se divertirem... Espero que gostem...

Amor e Razão Aonde vai à questão?

- Desculpe, mas eu não te entendo... Não consigo entender a tua contrariedade aos românticos, tua aversão às poesias, tua incredulidade ao amor, se tudo isso, pois é o combustível dos nossos devaneios...

- Não adianta coração, tu não és capaz de tirar de mim a razão, pois meu ensejo é ser correto e coerente e não deixar que tu hajas de modo incerto por isso seja paciente... Tudo tem seu tempo inclusive o tal do amor...

- Ah o amor, como não podes acreditar no mais puro e belo dos sentimentos? A Amizade o afeto a dedicação tudo isso são frutos do amor, não é possível que tu possas viver sem paixão.

- Não posso!

- Não?

- Não, me digas, pois quem pode viver no frígido frio sem o calor candente do fogo? Digo-te que a paixão é o fogo para o coração álgido, mas somente isso, se queres, pois que esse ardor permaneças, faça como eu e viva não com o coração, mas com a razão, só assim tu poderás contemplar a afabilidade de uma paixão.

CN – 13/08/2013

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

então eu li... QUERIDO JOHN

Oi eu sou o Charles e esse é o blog Charles Letrando.
Mais um dia, mais uma resenha e dessa vez o livro é do autor Best-seller de Um Amor para Recordar com mais de 5 milhões de livros vendidos, somente nos Estados Unidos.



Título: Querido John
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Páginas: 288
Gênero: Romance
Ano de Publicação: 2006

Antes de começar, quero pedir desculpas caso tenha algo vago na Resenha, eu li o livro já há algum tempo e ele é um dos poucos que eu ainda não havia resenhado para o blog, em breve: Um amor para Recordar e outros mais...

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Nicholas tem um jeito único de escrever, maravilhoso, tocante, romântico, escreve sempre com leveza mesmo quando o assunto não é dos mais alteres, como é o caso do livro em questão. John é um jovem sem grandes perspectivas e rebelde que decide alistar-se no Exército após concluir o Ensino Médio. Durante uma licença de poucos dias ele conhece a garota de seus sonhos, Savannah e descobre que estar pronto para recomeçar sua vida. A atração entre os dois cresce rapidamente e ela promete que vai esperá-lo concluir seus deveres militares, no entanto, como sempre há de acontecer em romances do tipo, os atentados de 11 de Setembro de 2001 mudam suas vidas de uma maneira inimaginável. John assim como muitos outros soldados deveriam fazer uma escolha difícil: Seu País ou Seu Amor. John faz a sua escolha e ao retornar para a Carolina do Norte ele descobre que o amor pode se transformar, de que maneiras? Bem, várias.



John mora com o pai, um colecionador de moedas, sempre foi criado por ele, e acreditem a única coisa que unia pai e filho durante a infância é a coleção das valiosas moedas, isso porque o pai de John é um homem calado, extremamente quieto e de hábitos simples rotineiros e quando eu digo rotineiro eu estou dizendo que todos os dias durante anos e anos ele sempre faz as mesmas coisas, na mesma ordem, sem jamais inverter nenhum dos detalhes estabelecidos por ele – o pai de John é autista.

 “Acho que meu pai era feliz. Digo isso porque ele raramente demonstrava emoções. Abraços e beijos foram raros durante minha infância, e, quando os recebia, me pareciam sem vida, algo que ele fazia por dever não por desejo”.

Já Savannah é uma personagem doce, amorosa, ética e nem por isso é uma personagem chata, já ouvi muitas pessoas dizerem que não gosta da personagem por ela não ter resquícios de erros, o que discordo veementemente, afinal de contas há muitas pessoas boas no mundo, éticas e honestas – ela é assim.
Savannah é universitária que cursa “Educação Especial” e havia ido até Wilmingoton com um grupo de voluntários para construírem casas é lá que ela conhece John que a convida para sair e acaba conhecendo Tim um grande amigo dela, cujo irmão mais novo é deficiente e a inspirou a escolha de sua profissão.
É a partir daí que eles passam a se conhecer melhor e o amor dos dois a cada página vai ficando mais e mais envolvente:

“Quando os lábios dela tocaram os meus, soube que poderia viver cem anos e visitar o mundo todo e nada se compararia ao momento único em que beijei a mulher dos meus sonhos e soube que o amor duraria para sempre”.



O romance dos dois porém é interrompido capítulo a capítulo pelas viagens a trabalho de John e eles se comunicam por cartas, sim mesmo na era da internet, por isso o nome do livro “Querido John” é como Savannah sempre encerra suas cartas.
Mas, algo a deixa mais distante de sua amada:
“O amor significa pensar mais na felicidade da outra pessoa do que na própria, não importando quão dolorosa seja a sua escolha”.
Será o amor capaz de fazer com que John e Savannah fiquem juntos após tantas barreiras?

Eu por Querido John:

O livro é sem dúvidas nenhuma: ‘maravilhoso’, arrisco a dizer que é o meu favorito do Nicholas Sparks, eu sou aquele tipo de leitor que tem n livros favoritos.
O modo como ele narra a relação entre John e seu pai, o modo como ele fala do autismo, o romance em si é tudo muito lindo, primoroso, coisa que só um autor que escrever Um amor para Recordar consegue fazer.
Os personagens são todos apaixonantes, a leitura é daquelas que você devora de uma só vez. O desfecho o gran finale foge totalmente dos finais que estamos acostumados nos romances normais da grande maioria de autores do gênero.

Assisti ao filme e não se compara com o livro, muitas mudanças, espaços de coisas que deveriam acontecer, mudanças nos personagens, por isso antes de ver o filme leia o livro. Abraços a todos eu espero que tenham gostado e até a próxima!


Letrando, o seu blog de Literatura!
Abraços!!!

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